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Ex-enteada de Jairinho relata agressões antes da morte de Henry Borel

Ex-enteada de Jairinho revela agressões ocorridas aos cinco anos; julgamento resulta em condenação de 43 anos por homicídio qualificado e tortura

Ex-enteada de Jairinho presta depoimento
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  • Ex-enteada de Jairinho, hoje com 18 anos, prestou depoimento no julgamento da morte de Henry Borel, relatando violência ocorrida quando tinha cinco anos.
  • Ela descreveu episódios em motel com piscina, em que Jairinho afundava a criança na água e a deixava encostar no chão repetidamente.
  • A testemunha afirmou que Jairinho usava medo e intimidação para que não contasse à mãe, chegando a alegar que, se falasse, a mãe ficaria muito triste.
  • A mãe da garota, Natasha Machado, confirmou as agressões, dizendo que houve batidas na cabeça e em outras partes do corpo, e que, em algumas ocasiões, ele a tirava do brinquedo e batia nela no carro.
  • Jairinho foi condenado a 43 anos de prisão por homicídio qualificado e tortura; Monique Medeiros, mãe de Henry, recebeu perdão judicial e foi solta.

Uma ex-enteada de Jairo de Souza Santos Júnior, o Jairinho, depôs no julgamento da morte de Henry Borel. O caso corre em meio a informações sobre violência ocorridas quando a jovem tinha 5 anos, segundo registro apresentado ao tribunal.

A testemunha, hoje com 18 anos, relatou episódios de agressões ocorridos em ambiente de motel e em piscina, onde, segundo ela, Jairinho a afogava para intimidar. Também mencionou pressão psicológica para que não contasse à mãe.

A mãe da testemunha, Natasha Machado, afirmou ter descoberto as agressões cerca de um ano após o término do relacionamento com o ex-vereador. Segundo ela, Jairinho batia na cabeça da filha e torcia o braço, além de agressões no carro.

Entre relatos sobre o período posterior à morte de Henry, a mãe disse ter buscado o pai da criança para não desistir dele. A testemunha descreveu o impacto das agressões e o contexto familiar envolvido no caso.

Desenvolvimento

O julgamento resultou na condenação de Jairinho a 43 anos de prisão por homicídio qualificado e tortura. A mãe de Henry, Monique Medeiros, recebeu perdão judicial e foi solta, segundo informações apresentadas no processo.

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