- A Polícia Civil de Minas Gerais vai investigar o incêndio em Belo Horizonte que destruiu cerca de vinte e sete ônibus, com suspeita inicial de ter sido criminoso.
- As chamas teriam começado em uma mata atrás da garagem no bairro Dom Cabral, na Região Noroeste, na manhã desta sexta-feira (7).
- O Corpo de Bombeiros controlou o fogo após várias horas de atuação; não houve feridos, mas houve grande prejuízo material e danos à estrutura da garagem.
- A Secretaria de Transporte e Mobilidade e a prefeitura vão colaborar com as apurações e anunciaram reforço na segurança das garagens de ônibus da cidade.
- Os transtornos atingiram usuários do transporte público; a recomendação é evitar a região até a conclusão das investigações, e informações podem ser enviadas ao 181 ou ao site da Polícia Civil.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) vai investigar o incêndio que destruiu cerca de 27 ônibus em Belo Horizonte. Segundo informações iniciais, as chamas começaram em uma mata atrás de uma garagem no bairro Dom Cabral, na Região Noroeste, nesta sexta-feira (7). A suspeita é de que o incidente tenha origem criminosa, ainda sem confirmação.
O fogo foi controlado pelos bombeiros, após horas de atendimento. Ninguém ficou ferido, mas houve prejuízos materiais consideráveis com a perda de veículos e danos à estrutura da garagem. A apuração busca esclarecer as causas e possíveis responsabilizados.
A PCMG já iniciou as investigações para apurar as causas do incêndio e identificar envolvidos. A Secretaria de Transporte e Mobilidade de Belo Horizonte coopera com as autoridades e avalia os prejuízos causados. A prefeitura anunciará medidas para reforçar a segurança nas garagens da cidade.
Investigação em andamento
A ocorrência gerou transtornos para usuários do transporte público na região, que buscaram alternativas de deslocamento. A prefeitura orienta moradores a evitar a área até o controle total da situação e a conclusão das investigações.
A PCMG solicita à população que repasse informações úteis pelo telefone 181 ou pelo site oficial, contribuindo com o avanço das investigações. O desfecho depende de perícias e cruzamento de dados entre órgãos de segurança.
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