- Um foragido da Justiça, apontado como integrante do Comando Vermelho, foi preso no sábado no bairro Campo Grande, na zona Oeste do Rio de Janeiro.
- Segundo investigações, ele atuava em Poços de Caldas e região Sul de Minas, encomendando veículos para criminosos que roubavam ou furtavam carros, pagando entre R$ cinco mil e R$ ten mil por automóvel; após adulteração, os veículos eram revendidos.
- A prisão ocorre após ele se mudar para São Paulo usando identidade falsa; já havia sido preso por roubo, clonagem de veículos e tráfico, e fugiu da Penitenciária de Araraquara em dois mil e vinte dois; depois passou a atuar no Rio de Janeiro.
- A polícia aponta que ele levava uma vida de alto padrão financeiro, mantinha uma empresa registrada com o nome falso e chegou a registrar uma filha com essa identidade.
- O investigado é considerado de alta periculosidade e possui condenações que somam quarenta anos; foi encaminhado ao sistema prisional à disposição da Justiça.
Um foragido da Justiça, apontado como integrante do Comando Vermelho, foi preso neste sábado (6) no bairro de Campo Grande, na zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele era destinatário de veículos roubados e furtados em Minas Gerais.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito atuava em Poços de Caldas e regiões Sul de Minas. Ele encomendava automóveis para criminosos especializados, pagando entre 5 mil e 10 mil por carro.
Após a aquisição, os veículos eram adulterados e revendidos. A ação integra investigações que apuram o aumento de roubos de caminhonetes de grande porte na região de Poços de Caldas.
O suspeito chegou a morar em São Paulo usando identidades falsas. Em território paulista, ele já havia sido preso por roubos, clonagem de veículos e tráfico de drogas, mas fugiu em 2022 da Penitenciária de Araraquara.
Depois da fuga, mudou-se para o Rio de Janeiro, mantendo a prática criminosa com novos nomes. A Polícia Civil afirma que ele tinha vida financeira aparentemente estável e mantinha uma empresa registrada com o nome falsificado.
Conforme apurado, o investigado registrou uma filha com a identidade falsa utilizada por ele. A polícia o indica como pessoa de alta periculosidade, com condenações que somam 40 anos de prisão.
O homem foi encaminhado ao sistema prisional e ficará à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e esclarecer a cadeia do esquema.
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