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Assaltante usava identidade do irmão para enganar a polícia

Homem preso em Ceilândia usava identidade do irmão para enganar a polícia; mandado de prisão em nome dele foi cumprido, com registro de falsidade ideológica

Homem é envolvido em série de assaltos no DF - (crédito: Material cedido ao Correio)
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  • Antônio Carlos da Silva, de 45 anos, foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por suspeita de roubos a mão armada em Ceilândia.
  • A investigação aponta que ele usava a carteira de identidade em nome do irmão, Paulo Roberto, para enganar as autoridades.
  • A fraude foi descoberta na 19ª Delegacia de Polícia (P Norte), no desdobramento da operação que levou o suspeito à cadeia.
  • O documento apresentado continha a foto de Antônio, mas os dados eram do irmão; o RG foi usado no começo do ano após ele ter sido preso em flagrante.
  • Enquanto estava detido com o nome do irmão, havia um mandado de prisão em aberto em nome verdadeiro de Antônio; a operação também gerou novo registro por falsidade ideológica.

Um homem preso pela Polícia Civil (PCDF) nesta segunda-feira (8/6) pelo uso de arma em roubos a mão armada em Ceilândia, foi identificado como Antônio Carlos da Silva, 45 anos. A investigação aponta que ele se valeu da identidade do irmão para enganar a polícia.

A farsa foi descoberta na 19ª Delegacia de Polícia (P Norte), durante o desdobramento da operação que levou o suspeito à cadeia. Por três meses, agentes apuraram o modo de atuação do criminoso, que abordava mulheres em via pública com arma de fogo.

A polícia verificou que Antônio utilizava uma identidade emitida formalmente pela Polícia Civil. O documento trazia a foto dele, mas o nome e dados eram do irmão, Paulo Roberto. O RG foi apresentado no início do ano, após o homem ter sido preso em flagrante.

Enquanto detido preventivamente no CDP, com o nome do irmão, havia um mandado de prisão em aberto em seu nome verdadeiro. A operação desfez a farsa e formalizou o cumprimento da ordem judicial, com registro de uma nova ocorrência por falsidade ideológica, segundo o delegado Fernando Fernandes.

Desdobramentos da investigação

O caso envolve novas apurações sobre a troca de identidade e o histórico de roubos na região. A PCDF informou que as ações continuam para esclarecer eventuais ligações com outros crimes.

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