- Criminosos aproveitam a Copa para aplicar golpes na internet, com phishing e engenharia social, visando pessoas e organizações para roubo de credenciais e dados.
- Autoridades indicam que, além de ingressos falsos, há foco em coletar informações confidenciais por meio de sites e lojas falsas.
- A Fortinet identificou mais de 13 mil sites relacionados à Copa criados desde o início do ano, com cerca de 8% classificados como maliciosos ou suspeitos.
- A Check Point aponta golpes em redes sociais, com vagas falsas no LinkedIn para quem busca trabalhar no evento, visando obter dados pessoais ao se inscrever.
- Orientações de cibersegurança incluem usar canais oficiais para ingressos, checar domínios de e-mails que digam ser da FIFA, desconfiar de oportunidades exclusivas e usar cartão de crédito em vez de débito.
Cibercriminosos aproveitam a Copa do Mundo para aplicar golpes na internet, visando roubo de dados e empregos falsos. Os golpes, que já impactam usuários em várias regiões, incluem phishing, engenharia social e anúncios de vagas falsas para work-at-home durante o evento.
Autoridades dos Estados Unidos, México e Canadá emitiram alertas sobre atividades suspeitas nas próximas semanas. O objetivo é capturar credenciais, informações financeiras e dados pessoais por meio de sites enganosos e lojas falsas.
Segundo avaliações de segurança, o foco dos criminosos não se restringe a ingressos falsos. Desvios parecem seguir com a coleta de informações confidenciais por meio de plataformas que simulam serviços oficiais da Copa, afetando cidadãos e empresas.
A Fortinet identificou, em relatório recente, mais de 13 mil sites criados desde o início do ano vinculados à Copa, com cerca de 8% classificados como maliciosos ou suspeitos. Esses números apontam risco disseminado on-line.
A Check Point reforça a atuação de golpes por redes sociais, com vagas falsas para trabalhar na organização do evento. Perfis no LinkedIn e anúncios de empregabilidade costumam coletar dados ao aplicar as vítimas.
Links de transmissão de partidas e jogos de azar também aparecem entre os Vetores, abrindo portas para roubo de dados de usuários que clicam nesses conteúdos.
Medidas de proteção recomendadas por empresas de cibersegurança incluem usar apenas canais oficiais para ingressos, verificar domínios de e-mails que alegam ser da Fifa, desconfiar de ofertas “exclusivas” e optar por cartões de crédito, com possibilidade de contestação, em vez de débito.
Medidas práticas: acesse apenas sites oficiais da Copa, desconfie de oportunidades muito atraentes e mantenha o navegador atualizado. Contas de redes sociais oficiais costumam divulgar orientações de segurança.
Eventos esportivos costumam aumentar o volume de golpes na internet. Autoridades e empresas reforçam a necessidade de checagem cuidadosa de links, anúncios e mensagens relacionadas à Copa para reduzir riscos.
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