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RakuOS corrige o principal incômodo das distros Linux imutáveis

RakuOS combina base imutável com sobreposição persistente, permitindo instalar pacotes nativos e manter atualizações seguras

Jack Wallen/ZDNET
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  • RakuOS é uma distro híbrida que combina base imutável com um overlay persistente, permitindo usar pacotes nativos sem comprometer a segurança.
  • O overlay é montado diretamente em /usr, mantendo o sistema base PRISTINO e garantindo que os pacotes nativos persistam entre atualizações.
  • A instalação de software ocorre via DNF (ou DNF5) ou pelo RakuOS Software Center, com Flatpak disponível para apps isolados.
  • O texto destaca o reset “pristine” com comandos como rpm-ostree reset, além da possibilidade de rebase para diferentes ambientes KDE GNOME ou COSMIC a partir de Fedora Atomic-based distros.
  • O conjunto de desempenho é favorecido pelo kernel CachyOS, e a loja de apps do RakuOS é similar à Discover, com compatibilidade para instalar apps tanto via Flatpak quanto via pacotes nativos.

RakuOS surge como uma distribuição Linux híbrida que une base imutável a pacotes nativos. A análise recente da ZDNet descreve como a distro contorna limitações comuns de sistemas imutáveis, combinando segurança com usabilidade.

A avaliação destaca o uso de um overlay persistente montado em /usr, mantendo o sistema base pristine enquanto permitem instalar pacotes nativos. A abordagem busca manter updates seguros sem sacrificar software local.

Segundo o texto, o modelo híbrido oferece inicialização rápida com rollback imediato e compatibilidade com gerenciadores padrão. A documentação indica também uso de Flatpak para apps isolados e um centro de software próprio.

O que muda em relação às imutáveis

A reportagem explica que, apesar de o sistema ser imutável, é possível instalar via dnf e manter atualizações estáveis. A solução envolve um overlay persistente que sobrepõe o /usr sem comprometer a base.

Experiência prática aponta que apps como Ollama podem ser gerenciados pela distro com versões atualizadas. Flatpak permanece disponível para isolamento adicional, mantendo a base estável.

A matéria também menciona o recurso de reset “pristine” e comandos como rpm-ostree reset. Em testes, o usuário pode rebasear para versões KDE Plasma, GNOME ou COSMIC, com opções NVIDIA.

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