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Advogada avalia novo sistema CNJ para penhora eletrônica de imóveis

Constrijud facilita penhora eletrônica de imóveis, prometendo maior agilidade, segurança e padronização nas execuções e na recuperação de créditos

Renata Belmonte, especialista em Contencioso Cível do Albuquerque Melo Advogados.
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  • O CNJ regulamentou o Constrijud, sistema para tramitação eletrônica de ordens judiciais de restrição e penhora de imóveis no Brasil.
  • O objetivo é aumentar agilidade, segurança e padronização das execuções, reduzindo entraves que atrasam a recuperação de créditos.
  • A advogada Renata Belmonte, do Albuquerque Melo Advogados, vê a regulamentação como avanço para a efetividade da execução patrimonial.
  • Ela afirma que a plataforma é mais que tecnologia: é a infraestrutura para penhora de imóveis com velocidade e transparência exigidas pela economia moderna.
  • A implementação deve facilitar localização e restrição de bens, reduzir gargalos e integrar Judiciário, ONR e cartórios, elevando a previsibilidade dos procedimentos de constrição.

O Conselho Nacional de Justiça regulamentou o Constrijud, sistema que permitirá a tramitação eletrônica de ordens judiciais de restrição e penhora de imóveis em todo o país. A iniciativa busca maior agilidade, segurança e padronização nas execuções, reduzindo entraves à recuperação de créditos.

Para a advogada Renata Belmonte, do Albuquerque Melo Advogados, a regulamentação representa um avanço relevante para a efetividade da execução patrimonial. Ela afirma que o Constrijud é mais que uma melhoria tecnológica: é a infraestrutura que o mercado esperava para penhoras com velocidade e transparência.

A especialista destaca que a nova plataforma deve reduzir gargalos operacionais na localização e restrição de bens. Segundo ela, a integração entre Judiciário, ONR e cartórios elimina fricções que hoje afetam a segurança das transações, beneficiando empresas e credores com previsibilidade.

Impactos esperados

A expectativa é de que a implementação torne mais eficiente a localização e a restrição de imóveis, reduzindo o tempo de tramitação das execuções. Com isso, aumenta a probabilidade de recuperação de créditos e contribui para a redução da inadimplência ao fortalecer a efetividade das decisões judiciais.

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