- O desmatamento na Amazônia caiu 61% entre agosto do ano passado e maio deste ano, segundo o sistema Deter do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais; no Cerrado, o recuo foi de 12%.
- O Fundo Amazônia soma mais de R$ 5 bilhões em doações e 153 projetos aprovados para combater a devastação.
- Entre março de 2024 e janeiro de 2026, a área de garimpo ativo em terras Yanomami caiu mais de 98%, com prejuízos aos garimpeiros estimados em mais de R$ 642 milhões.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, com governo, estados e prefeitos atuando em conjunto e com o fortalecimento dos órgão ambientais, é possível ampliar o efeito positivo.
- Em evento no Palácio do Planalto, Lula disse que o INSS planeja zerar a fila de concessões de benefícios ainda neste ano, com a promessa de cumprir até setembro pela nova presidenta da instituição.
O desmatamento na Amazônia caiu 61% entre agosto do ano passado e maio deste ano, segundo o levantamento do sistema Deter, do INPE. No Cerrado, o recuo foi de 12%. Os números indicam a maior redução da série histórica para esse intervalo.
A queda ocorreu em meio a ações de combate à devastação financiadas por investimentos do governo federal, estados e municípios. O ICMBio e o Ibama aparecem entre os órgãos citados como parte do esforço de monitoramento e atuação.
Fundo Amazônia recebe apoio de doações que já passam de R$ 5 bilhões, com 153 projetos aprovados voltados ao enfrentamento do desmatamento. Em relação ao garimpo ilegal, houve queda relevante na área ativa em terras Yanomami, de março de 2024 a janeiro de 2026, com redução superior a 98%.
Essa redução de garimpo resultou em prejuízos aos garimpeiros estimados em mais de R$ 642 milhões, segundo dados oficiais. As ações de fiscalização e repressão foram apontadas como principais responsáveis pelo recuo.
Em evento no Palácio do Planalto, o presidente Lula comentou sobre o andamento de políticas de seguridade social. Segundo ele, o INSS trabalha para zerar a fila de concessão de benefícios neste ano, destacando o compromisso da nova presidenta do INSS de zerar a fila até setembro.
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