- Uma mulher de 38 anos, Amanda Maria Souza de Oliveira, foi presa em Santa Catarina sob acusação de fraude e falsa identidade, por fingir ser uma criança de 12 anos.
- Ela morou por aproximadamente dezesseis meses com um casal em Joinville, teve todas as despesas pagas e recebeu até uma festa de aniversário com temática infantil.
- Segundo a polícia, Oliveira mudou repetidamente a história, passando de 18 anos para 11 anos em períodos diferentes, alegando abusos para justificar não estudar ou ser adotada formalmente.
- O caso saiu à tona após uma tia, que visitava a família, desconfiar e encontrar relatos semelhantes de outras vítimas em estados diferentes do país. A polícia a prendeu em 2 de junho.
- A curadoria médica pediu avaliação psiquiátrica para verificar se Oliveira está apta a ir a julgamento; o Tribunal suspendeu temporariamente o processo até o resultado dessa avaliação. Ela continua presa.
Amanda Maria Souza de Oliveira, de 38 anos, foi presa em Santa Catarina, acusada de fingir ser uma menina de 12 anos para ludibriar uma família. A prisão ocorreu no início de junho, após investigações que apontaram um elaborado esquema de fraude e identidade falsa. A suspeita viveu mais de um ano na residência do casal, com todas as despesas pagas.
Segundo a promotoria, Oliveira criou uma identidade fictícia para obter benefícios financeiros. O casal recebeu a jovem em Joinville, onde a mulher teve quarto decorado com brinquedos e foi celebrada com uma festa de aniversário presumidamente infantil. O engano só não prosperou por uma pista familiar.
A investigação aponta que a fraude se estendeu por anos, com Oliveira já respondendo a processos em outros estados por golpes semelhantes. A promotoria informou que o caso envolve a manipulação emocional de vítimas para conseguir vantagens indevidas.
Contexto do caso
A prisão ocorreu após uma tia que visitava a família ficar desconfiada da idade e consultar relatos de outros golpes ligados a Oliveira. Ela então levou as informações à polícia, que deteve a suspeita no dia 2 de junho.
Desdobramentos legais
O policial responsável, Rodrigo Gusso, afirmou que Oliveira confessou ter mentido para obter apoio financeiro. O histórico de fraudes levou a uma avaliação psiquiátrica solicitada pela defesa, o que suspendeu o processo até conclusão. Oliveira permanece presa enquanto aguarda decisão.
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