- A Polícia de São Paulo desmantelou uma quadrilha que vendia peças automotivas roubadas e falsificadas, operando como um centro de embalagens falsas pela internet.
- Peças provenientes da China e fabricadas no Brasil, sem marca ou procedência, eram enviadas em embalagens de marcas conhecidas para enganar consumidores.
- O esquema foi identificado na capital paulistana, em São Bernardo do Campo e em Diadema, na Grande São Paulo.
- Quase noventa mil peças foram apreendidas e quatro suspeitos foram presos em flagrante.
- A fraude envolvia gravação a laser de números de série falsos, para parecer legal e abastecer oficinas no interior, configurando distribuição de peças fraudulentas.
A Polícia de São Paulo desmantelou uma quadrilha que vendia peças automotivas roubadas e falsificadas, operando como uma loja que funcionava como centro de falsificação. Embalagens de marcas conhecidas eram usadas para enganar consumidores. Quase 90 mil peças foram apreendidas, e quatro suspeitos foram presos em flagrante.
A investigação apurou que as peças vinham da China e também eram fabricadas no Brasil, sem marca ou procedência conhecida. O esquema envolvia a venda para oficinas e lojas do interior, funcionando como uma distribuidora de peças irregulares.
O crime ocorreu em várias regiões da Grande São Paulo, incluindo a capital, São Bernardo do Campo e Diadema. A ação policial mostrou uso de técnicas para camuflar a origem dos componentes, com peças apresentadas como de procedência lícita.
A cooperação entre as autoridades evidencia a sofisticação do grupo. Máquinas a laser eram usadas para gravar números de série falsos e informações que davam aparência de legalidade aos produtos. A investigação aponta que oficinas abastecidas pelo esquema ampliavam o alcance da fraude.
Riscos para o consumidor e desdobramentos
Especialistas ressaltam que componentes sem procedência comprovada elevam o risco de falhas graves em veículos. Defeitos em sistemas vitais, como a direção, podem causar acidentes. Peritos destacam a importância de adquirir peças apenas em canais confiáveis e fiscalizar a procedência.
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