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Polícia investiga integrantes do CV que atuavam em home office

Integrantes do Comando Vermelho da Bahia operavam de home office no Rio, repassando ordens e coordenando ações criminosas à distância, aponta investigação

Polícia investiga integrantes do CV que operavam em “home office”
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  • Polícia investiga integrantes do Comando Vermelho da Bahia que operavam de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, mantendo atividades criminosas longe de casa.
  • A ação integra a segunda fase da Operação Maré Vermelha, deflagrada nesta quinta-feira, 11/6, pelas políciais civis do Rio de Janeiro e da Bahia.
  • Criminosos teriam usado áreas de Rio das Pedras e Gardênia Azul como tipo “escritório clandestino” para coordenar tráfico de drogas, tráfico de armas e movimentação financeira.
  • Mesmo fora da Bahia, os suspeitos repassavam ordens, coordenavam a facção e monitoravam operações por meio de aplicativos de mensagens e outras ferramentas.
  • Um alvo principal seria uma liderança no Complexo Nordeste de Amaralina, em Salvador, que manteria influência sobre as atividades da facção mesmo após deixar o estado.

Polícia investiga integrantes do Comando Vermelho (CV) da Bahia que operavam em regime de “home office”, mantendo comando de atividades criminosas mesmo longe de suas bases. A segunda fase da Operação Maré Vermelha foi deflagrada nesta quinta-feira, 11 de junho, pelas polícias civis do RJ e da BA.

Segundo as autoridades, membros da facção se esconderam em Jacarepaguá, sobretudo em Rio das Pedras e áreas próximas à Gardênia Azul, no Rio de Janeiro. Mesmo fora da Bahia, eles repassavam ordens, coordenavam integrantes e acompanhavam ações criminosas por meio de aplicativos de mensagens.

A investigação aponta que houve manutenção de influência de lideranças no Nordeste de Amaralina, em Salvador. Um dos alvos é considerado uma das principais lideranças da região e teria mantido participação nas atividades da facção após deixar o estado.

Desdobramentos da operação

As diligências continuam para identificar outros envolvidos e coletar evidências sobre o funcionamento remoto das atividades. Não houve divulgação de prisões até o momento, mas as forças de segurança seguem com ações de empenho na região.

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