- A Citroën avalia seriamente um substituto para o Picasso, mantendo o foco na minivan.
- A Renault foi pioneira no segmento na Europa com o Espace (1984) e o Scénic (1991), com o Picasso veterano de produção até 2012.
- A Citroën já teve minivans como C3 Picasso, C4 Picasso e Grand C4 SpaceTourer, mas pretende reviver a versatilidade das minivans.
- Famílias que buscam sete lugares recorrem à minivan Berlingo, que completou trinta anos.
- O protótipo Citroën ELO, apresentado no Salão de Bruxelas, ilustra a estratégia de resgatar as silhuetas de minivans e reinventar o conceito.
A Citroën avalia seriamente a possibilidade de lançar um substituto para o Picasso, mantendo a minivan como eixo de sua linha. A estratégia prioriza espaço e versatilidade, pontos que SUVs não conseguem equalizar.
A Renault é citada como pioneira no segmento europeu, com o Espace lançado em 1984 e o protótipo Scénic em 1991, que deu base ao Xsara Picasso lançado em 1999. A Citroën, porém, não se acomodou com o sucesso inicial.
O Picasso ficou em produção de 1999 a 2012, influenciando o mercado de monovolumes. A marca do Quai de Javel já teve modelos como C3 Picasso, C4 Picasso e Grand C4 SpaceTourer, que sumiu do mercado em 2018. A Berlingo continua a atender famílias que viajam com sete pessoas, completando 30 anos de existência.
Citroën ELO e a reinvenção da minivan
Durante o Salão de Bruxelas, em janeiro, o protótipo Citroën ELO sinalizou a direção da nova estratégia. A ideia é reintroduzir a silhueta de minivan, preservando praticidade e modularidade frente ao crescimento dos SUVs.
A abordagem busca recuperar a versatilidade característica das minivans, prometendo espaço interior mais eficiente. Não há dataconfirmada de produção, mas o objetivo é manter a Citroën competitiva nesse segmento.
Entre na conversa da comunidade