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Fiscalização apreende 1,4 tonelada de alimentos impróprios em Itaqui

Força-Tarefa apreende 1,4 tonelada de alimentos impróprios em Itaqui; padaria é interditada e irregularidades sanitárias são constatadas

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  • A operação da Força-Tarefa do Programa Segurança dos Alimentos apreendeu cerca de 1,4 tonelada de produtos impróprios para consumo em três estabelecimentos de Itaqui, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.
  • Entre os itens recolhidos estavam carne sem comprovante de procedência, produtos de panificação fabricados em desacordo com as normas sanitárias e unidades de álcool cuja venda é proibida em supermercados.
  • A padaria de um dos estabelecimentos foi interditada devido às precárias condições de higiene e ao uso de insumos com prazo de validade vencido.
  • Também houve armazenamento inadequado, fracionamento irregular de mercadorias e falhas de rotulagem, situações consideradas de risco à saúde.
  • A fiscalização contou com a participação do Ministério Público, do promotor Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, de membros do GAECO, da Vigilância Sanitária Municipal, do Serviço de Inspeção Municipal de Itaqui, da Secretaria Estadual da Saúde e da Patrulha Ambiental da Brigada Militar.

Uma operação da Força-Tarefa do Programa Segurança dos Alimentos apreendeu cerca de 1,4 tonelada de produtos impróprios para consumo nesta quinta-feira, 11, em Itaqui, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. O objetivo foi coibir irregularidades sanitárias e garantir a segurança alimentar da população.

Entre os itens recolhidos estavam carne sem comprovação de procedência, pães e outros produtos de panificação fabricados em desacordo com normas sanitárias, além de unidades de álcool cuja venda é proibida em supermercados.

A padaria de um dos estabelecimentos foi interditada devido às condições de higiene precárias e ao uso de insumos com prazo de validade vencido. Também foram verificados armazenamento inadequado, fracionamento irregular de mercadorias e falhas de rotulagem.

Participantes e parceiros da fiscalização

A operação contou com a participação do Ministério Público, representado pelo promotor Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, além de servidores do GAECO, Vigilância Sanitária Municipal, Serviço de Inspeção Municipal de Itaqui, Secretaria Estadual da Saúde e Patram (Patrulha Ambiental da Brigada Militar).

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