- Uma moradora do Distrito Federal afirma que o filho de 6 anos teria sido agredido por uma monitora de um resort de luxo em Japaratinga, Alagoas, e diz ter sido expulsa do local após a repercussão nas redes.
- Eloísa Roque relata que havia uma diária já paga em outro empreendimento do mesmo grupo, mas a reserva foi cancelada. Ela afirma ter pago 20 mil pela estadia e precisou arcar com 600 reais de hotel e 230 reais de passagem para se deslocar.
- Em vídeo divulgado, a turista diz que foi retirada do resort por conta da divulgação do caso e que não sabe se encontrará hotel próximo.
- A administradora Amarante afirma que a hospedagem no Japaratinga Lounge Resort foi cumprida, com saída prevista para o meio dia, mas ocorreu por volta das 14h; houve supostos tumultos e agressões verbais durante a condução da ocorrência, que contaram com apoio policial.
- A Amarante informou ter cancelado a diária subsequente no Salinas Maceió após os fatos, e a família registrou boletim de ocorrência; a empresa diz não haver evidências de agressão conforme imagens analisadas, e os arquivos não foram liberados à família.
A moradora do Distrito Federal afirma que o filho, de 6 anos, foi alvo de agressões por parte de uma monitora em um resort de luxo em Japaratinga, no litoral norte de Alagoas. A repercussão nas redes sociais teria motivado a retirada da família do local e o cancelamento de uma diária em outro empreendimento do mesmo grupo. O resort nega as agressões.
Segundo a turista, a reserva já havia sido paga, mas o hotel decidiu cancelar a hospedagem após o episódio ganhar notoriedade. Ela relatou que precisou arcar com despesas de deslocamento e hospedagem emergencial em outro hotel, gerando um custo adicional de aproximadamente R$ 830,00.
Em vídeo divulgado nas redes, Eloísa Roque descreveu que pediu acesso às imagens de segurança, mas houve resistência inicial. A moradora afirmou ainda ter pago cerca de R$ 20 mil pela experiência e que, após a repercussão, foi solicitada a deixar o quarto.
Posicionamento do resort
A Amarante, responsável pelo Japaratinga Lounge Resort e pelo Salinas Maceió, informou que a hospedagem da família ocorreu normalmente e terminou por volta das 14h, após o horário de check-out divulgado como meio-dia. A empresa atribuiu o tumulto, ameaças e agressões verbais ocorridos durante a saída aos envolvidos, e afirmou ter acionado a segurança e a polícia para manter a tranquilidade dos demais hóspedes.
A Amarante afirmou ter cancelado a diária subsequente no Salinas Maceió, decisão tomada devido às condutas registradas durante o episódio, destacando que a medida não impede o direito da hóspede de registrar ocorrência. A empresa reiterou que não há relação com a busca pela apuração dos fatos junto às autoridades.
Entenda o caso
A terapeuta capilar Eloísa Roque registrou a denúncia, afirmando que o filho foi agredido por uma funcionária da brinquedoteca. Ela disse ter presenciado o momento em que a funcionária teria atingido a cabeça da criança e que inicialmente o resort resistiu em ceder imagens. A mulher também informou não ter obtido cópia das gravações.
Ainda conforme as informações, a família buscou atendimento formal: Eloísa registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil de Alagoas e disse que pretende recorrer à Justiça. Em resposta, a Amarante afirmou ter analisado as imagens, concluindo não haver evidências de agressão por parte de colaboradoras ou terceiros, e afirmou que os arquivos não foram disponibilizados à família.
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