- Torre de Jesus Cristo, com 172,5 metros, foi concluída em fevereiro e tornou a Sagrada Família a igreja mais alta do mundo.
- A inauguração reuniu cerca de 9 mil pessoas dentro da basílica e em áreas externas; milhares acompanharam por telões.
- O papa Leão XIV presidiu a missa, que durou aproximadamente uma hora e meia, em espanhol, catalão e latim, e abençoou a nova torre.
- Leão XIV é o terceiro papa a visitar o monumento; Gaudí está em processo de canonização e a obra já recebeu visitas de João Paulo II e Bento XVI.
- Mesmo com a conclusão da torre, a construção segue em andamento e a previsão é concluir o conjunto na próxima década, segundo a revista Oeste.
A Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, inaugurou a Torre de Jesus Cristo, com 172,5 metros de altura, tornando o templo o mais alto do mundo. A obra, associada ao legado de Antoni Gaudí, avança após 144 anos de construção desde o início em 1883. A conclusão da torre ocorreu em fevereiro deste ano e reforça o conjunto arquitetônico como ícone da cidade e da fé cristã.
A cerimônia de inauguração reuniu milhares de pessoas dentro e ao redor da basílica. O papa Leão XIV presidiu a missa, que durou cerca de 90 minutos, com coro de 500 adultos e 100 crianças. As músicas combinaram cantos gregorianos, peças litúrgicas e temas da Catalunha, executados em espanhol, catalão e latim.
Celebração e participação
Ao final, o pontífice abençoou a nova torre, em um show de luzes e sons que fechou o evento. A visita papal ocorreu cem anos após a morte de Gaudí, cujo processo de canonização tramita no Vaticano. João Paulo II e Bento XVI já tinham visitado o monumento, sendo este o terceiro papa a fazê-lo.
Estima-se que cerca de 9 mil pessoas participaram diretamente da missa, com milhares de moradores e turistas assistindo por telões instalados nas proximidades. A celebração destacou a conclusão de uma etapa importante, sem encerrar a construção do conjunto monumental.
Contexto da construção
A finalização da torre não encerra as obras: os trabalhos na basílica seguem com previsão de conclusão na próxima década. O atraso manteve o cronograma em revisões, influenciado por fatores como a pandemia e a complexidade do projeto. A meta original apontava 2026, centenário da morte de Gaudí, porém houve ajustes no prazo.
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