- Ex-namorada de Wilker Novaes acusa o pai de santo de Maringá, no Paraná, de agressões físicas, violência psicológica, cárcere privado e manipulação financeira.
- Segundo Rayanne Braz, os episódios teriam ocorrido ao longo de aproximadamente um ano de relacionamento.
- A defesa do investigado nega as acusações e afirma que o caso está em fase de investigação, sem condenação judicial.
- A Polícia Civil informou que já há três inquéritos instaurados envolvendo o mesmo investigado.
Um caso envolvendo denúncias de agressões, cárcere privado e possíveis crimes sexuais ocorre em Maringá, no Paraná. A acusação envolve o líder religioso identificado como Wilker Novaes, conhecido como pai de santo, e a ex-namorada dele. A denúncia é alvo de apuração pela Polícia Civil.
A vítima, Rayanne Braz, afirma ter sofrido puxões de cabelo, apertos no braço, agressões na cabeça e episódios de sufocamento ao longo de aproximadamente um ano de relacionamento. Segundo ela, houve ainda violência psicológica, patrimonial e manipulação financeira. Wilker Novaes nega as acusações.
Segundo a defesa, o caso está em fase de investigação e não houve condenação judicial. A Polícia Civil informou que há três inquéritos instaurados envolvendo o mesmo investigado, apurando diferentes denúncias apresentadas pela vítima e outras possíveis pessoas.
Investigação em andamento
A denúncia envolve relatos de violência física e controle coercitivo no âmbito de uma relação afetiva. As investigações visam esclarecer as circunstâncias, identificar testemunhas e confirmar possível configuração de crimes.
As autoridades não divulgaram detalhes adicionais durante o andamento dos inquéritos. O desfecho dependerá da coleta de provas e dos relatos colhidos até a conclusão das apurações. A reportagem acompanha novos desdobramentos oficiais.
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