- Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, morreu após salto de rope jump em Limeira, interior de São Paulo, sem corda de segurança.
- Testemunha afirma ter visto funcionário da empresa Entre Cordas retirar a câmera GoPro presa ao corpo da vítima após a queda.
- O salto ocorreu na modalidade “aviãozinho”; houve grupo de 80 pessoas que haviam reservado a atividade, e Maria Eduarda foi a primeira a experimentar esse modelo.
- O SAMU atendeu a vítima no local; três funcionários da empresa foram presos e a prisão foi convertida em preventiva pela Justiça de São Paulo.
- Relatos indicam desativação de redes sociais e grupo de inscritos pela empresa após o acidente, além de tentativa de fuga dos funcionários no local.
O que aconteceu ocorreu em Limeira, interior de São Paulo, neste sábado, quando Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, caiu durante um rope jump sem corda. A vítima usava uma câmera GoPro presa ao corpo; a empresa Entre Cordas era responsável pela atividade. A testemunha afirmou que, durante o acidente, um funcionário retirou a câmera do pescoço e da mão da jovem.
Quem está envolvido envolve a vítima, a empresa e os profissionais no local. Maria Eduarda chegou a ser atendida pelo SAMU, mas não resistiu aos ferimentos. Testemunhas relatam que a equipe não percebeu que a corda de segurança não estava fixa.
Quando aconteceu, o evento reuniu cerca de 80 pessoas que haviam reservado o salto para o dia, conforme relato de Rafael Goulart, coordenador pedagógico presente no local. Ele afirmou que o salto da vítima foi parado antes da confirmação de todos os procedimentos de segurança.
Onde ocorreu não houve confirmação de detalhes adicionais sobre o espaço exato da ponte ou da área de salto, mas o episódio foi registrado por presentes no local. O relato aponta falhas no protocolo de verificação antes do salto.
Por quê houve a morte ainda está sob apuração. As informações preliminares indicam que o equipamento de segurança básico — a corda — não estava devidamente fixado, o que configuraria falha de procedimento da empresa.
Prisões e investigação
Três funcionários da Entre Cordas foram presos após o ocorrido, conforme decisão da Justiça de São Paulo, que decretou a prisão preventiva durante audiência de custódia realizada neste domingo.
A polícia Civil e órgãos de fiscalização investigam as circunstâncias do acidente, incluindo a conduta da equipe no momento da queda e a possível remoção de provas, como a câmera. As investigações devem apurar condutas, responsabilidades e possíveis falhas no protocolo de segurança.
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