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Governo avalia demolir a Ponte do Esqueleto após morte de jovem

Governo avalia demolir a Ponte do Esqueleto após morte de jovem durante salto sem corda; prefeitos defendem remoção e barreiras de acesso

Aviso de perigo na Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis
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  • O governo federal avalia demolir a ponte do Esqueleto, em Limeira/Cordeirópolis, interior de São Paulo, após a morte de uma jovem de 21 anos em salto sem corda no último sábado.
  • Prefeituras defendem a demolição e a Secretaria do Patrimônio da União promete instalar barreiras físicas, placas de aviso e manter diálogo entre entes federados.
  • A ponte foi herdada pela União há cerca de vinte anos, permanece com uso esportivo não autorizado e transferência formal à SPU ocorreu em maio.
  • Atras históricos de acidentes: em dois mil e vinte e três houve feridos em rope jump; em dois mil e vinte e quatro uma ciclista morreu ao cair da ponte.
  • Os instrutores do grupo Entre Cordas implicados no caso foram indiciados por homicídio com dolo eventual; seis pessoas foram à delegacia, com investigações em andamento.

O governo federal avalia demolir a ponte do Esqueleto, na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, interior de São Paulo. A ideia foi defendida pelos prefeitos de ambos os municípios em reuniões com a AGU e a SPU após a morte de uma jovem de 21 anos durante salto sem corda no local.

A ponte foi herdada pela União há cerca de 20 anos, após a extinção de estatais ferroviárias. Embora o uso para práticas esportivas não seja autorizado, atividades nesse ponto são recorrentes nos fins de semana. A transferência para a SPU foi oficializada em maio.

O caso ocorreu no sábado, 13 de junho. Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu após ser lançada sem equipamento de segurança por instrutores de rope jump. Três instrutores da empresa Entre Cordas foram indiciados por homicídio com dolo eventual, e mais pessoas foram conduzidas para investigação.

Desdobramentos e respostas oficiais

A SPU informou que pode ocorrer remoção da ponte e que serão instaladas barreiras de acesso e placas de avisos de propriedade da União. A pasta destacou a importância de diálogo entre entes federados para gestão de espaços de uso comum.

A Prefeitura de Limeira afirmou ter aberto ação para reabrir uma vala fechada pela União em 2024, para dificultar o acesso, enquanto a gestão de Cordeirópolis informou que o acesso sempre esteve bloqueado. Quatro pessoas permaneceram sob investigação ou detenção até a segunda-feira.

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