- Três instrutores presos por envolvimento na morte de uma jovem durante salto sem corda, em Limeira, interior de São Paulo, podem pegar até vinte anos de prisão.
- Eles não conseguiram explicar para a polícia quem errou no procedimento de segurança.
- Um dos envolvidos disse que cabia a ele e a outro instrutor colocar a corda de segurança, mas não lembra quem era responsável por prender a jovem ao equipamento.
- O outro suspeito afirmou, em depoimento, que não se recorda de ter feito a conferência dos itens de segurança.
- A vítima, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada de uma ponte com cerca de quarenta metros de altura; o caso é investigado como homicídio e há um terceiro suspeito preso.
Três instrutores foram presos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida durante salto sem corda em Limeira, no interior de São Paulo. O episódio ainda não teve explicação sobre falha no procedimento de segurança, segundo a polícia.
Segundo as investigações, Luis Felipe Feliciano afirmou que a responsabilidade de prender a cliente ao equipamento era dele e de Maicon Fernandes Cintra. Ambos disseram não lembrar quem seria responsável pela fixação da corda no dia do acidente.
A vítima morreu após ser lançada de uma ponte com cerca de 40 metros de altura. O caso é tratado como homicídio pela polícia. Um terceiro suspeito continua detido; a defesa de todos ainda não foi localizada.
Investigação em andamento
Os investigadores apuram falhas no protocolo de segurança e a possível responsabilidade de cada um dos envolvidos. O trio pode enfrentar até 20 anos de prisão, caso haja condenação. A defesa ainda não foi localizada.
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