- Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, morreu após ser lançada de uma ponte sem corda de proteção durante rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo, no sábado, 13.
- A corda deveria prender ao corpo, mas foi esquecida no chão; vídeo mostra o momento da queda e o equipamento no solo, com uma testemunha perguntando: “É a corda, né?”.
- A mãe da vítima publicou nas redes sociais uma mensagem emocionada: “Como está me doendo sua partida”.
- Seis pessoas foram ouvidas pela Polícia Civil; três ficaram detidas, com idades de 27, 32 e 42 anos, por homicídio com dolo eventual; a Justiça converteu as prisões em preventivas no domingo, 14.
- A investigação segue para esclarecer as circunstâncias do caso e possíveis responsabilidades.
A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, morreu após saltar de uma ponte sem corda de proteção durante a prática de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo. O acidente ocorreu no sábado, 13 de julho, quando a corda utilizada no salto não foi presa à vítima, de acordo com as investigações iniciais. A mulher que registrou a cena afirmou que percebeu que havia falha no equipamento momentos antes do lançamento.
A mãe da vítima, Valdenia Rodrigues, manifestou-se nas redes sociais neste domingo, 14, dizendo estar sofrendo com a perda e agradecendo pela filha ter feito parte de sua vida. Segundo relatos, Maria Eduarda publicava nas redes uma sequência de stories antes do salto, exibindo pulseiras de identificação e o local da atividade.
Defesa e apuração
Seis pessoas foram conduzidas ao Distrito Policial de Limeira para prestar esclarecimentos. Três permaneçam detidas, com idades de 27, 32 e 42 anos. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que os suspeitos foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual, classificação que envolve risco que resultou na morte, mesmo sem intenção direta de matar.
A Justiça converteu, neste domingo, a prisão dos três detidos em flagrante em preventiva, decisão que não possui prazo específico para duração. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do salto e atribuir eventuais responsabilidades.
Contexto do episódio
O rope jump difere do bungee jumping: neste esporte, a corda amarra-se na cintura e no tronco, permitindo que a pessoa fique em posição sentada durante o salto. A segurança do equipamento e o procedimento de preparação são pontos centrais para as autoridades e para a avaliação de eventuais falhas.
As autoridades permanecem apurando quem registrou as imagens da queda e qual foi a cadeia de decisões que levou ao ocorrido. O caso segue sem conclusão enquanto a investigação avança.
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