- A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou a Operação Estética Segura na manhã desta segunda-feira (15) para cumprir um mandado de prisão e oito de busca e apreensão.
- Os alvos são investigados por supostos danos físicos causados a pacientes de uma clínica de estética em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
- As ordens foram expedidas após representação da Delegacia do Consumidor (Decon) e manifestação favorável do Ministério Público.
- A Decon conduz 14 inquéritos relacionados ao caso; o número de vítimas pode ser maior do que o identificado até o momento, e pessoas que tiveram complicações após procedimentos de harmonização de glúteos devem registrar ocorrência.
- Há apuração sobre o uso de PMMA (polimetilmetacrilato), considerado inadequado para esse tipo de aplicação e capaz de provocar complicações graves, incluindo risco de morte; materiais recolhidos serão analisados.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta segunda-feira a Operação Estética Segura para cumprir um mandado de prisão e oito mandados de busca e apreensão. A ação mira uma clínica de estética em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, suspeita de danos físicos causados a pacientes durante procedimentos de harmonização de glúteos. Os trabalhos ocorrem na manhã de hoje.
A medida foi autorizada após representação da Delegacia do Consumidor (Decon) e manifestação favorável do Ministério Público. Segundo a Polícia Civil, os alvos respondem por supostos danos causados a pacientes atendidas na unidade investigada.
A apuração aponta a atuação de um grupo envolvido em procedimentos estéticos que teriam provocado lesões. A Decon está à frente de 14 inquéritos policiais ligados ao caso, segundo a polícia.
Os investigadores indicam que o número de possíveis vítimas pode ser maior do que o já identificado. Pessoas que tenham apresentado complicações ou lesões após procedimentos de harmonização de glúteos realizados no local devem procurar a Decon ou qualquer delegacia para registrar ocorrência.
Também há apuração sobre a possível utilização de PMMA (polimetilmetacrilato) nos procedimentos. A polícia aponta que o produto é inadequado para esse tipo de aplicação e pode trazer riscos graves à saúde, incluindo risco de morte.
Os materiais recolhidos durante o cumprimento dos mandados serão analisados para subsidiar o avanço das investigações.
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