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Operação mobiliza 400 agentes em presídio gaúcho para enfrentar facções

Operação envolve 400 agentes na Penitenciária do Jacuí para interromper uso de celulares, drogas e drones por facções, com bloqueio de IMEI previsto

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  • Cerca de 400 agentes participaram de revista na Penitenciária Estadual do Jacuí, em Charqueadas, para dificultar ações de facções criminosas.
  • A operação visou localizar celulares, drogas e outros materiais proibidos usados por detentos e integrantes de facções, com balanço a ser divulgado após contagem.
  • A ação é a quinta fase da Operação Convergência Nacional, coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC).
  • Investigações apontam que aparelhos de comunicação chegam de forma cada vez mais sofisticada, incluindo drones e arremesso de materiais sobre os muros.
  • Entre 2025 e abril de 2026, foram apreendidos na unidade 646 celulares, 758 chips e mais de 12 quilos de entorpecentes; a operação faz parte do projeto Frequência Zero, com bloqueio definitivo dos IMEIs.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul realizou uma operação com cerca de 400 agentes na Penitenciária Estadual do Jacuí, em Charqueadas. A ação ocorreu nesta segunda-feira (15) com o objetivo de enfraquecer organizações criminosas que atuam dentro e fora do sistema prisional.

A operação integra a quinta fase da Operação Convergência Nacional, coordenada pelo GNCOC, com apoio da Brigada Militar. Participam o GAÉCO e a Promotoria de Justiça de Execução Criminal de Novo Hamburgo.

Durante a revista geral, as equipes vasculharam galerias para localizar celulares, drogas e outros materiais proibidos usados por detentos de facções. O balanço final será divulgado após a contagem dos itens.

Desdobramentos apontam que aparelhos de comunicação entram no complexo por meio de drones e arremesso de materiais sobre os muros. A investigação busca coibir esse relatório de entradas ilegais.

Dados da operação indicam o volume de apreensões entre 2025 e abril de 2026 na PEJ: 646 celulares, 758 chips e mais de 12 kg de entorpecentes.

A ação faz parte do projeto Frequência Zero, criado pelo GAÉCO para impedir que facções usem celulares como ferramenta de comando. Além das apreensões, o programa prevê o bloqueio definitivo dos dispositivos via cancelamento nacional do IMEI.

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