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Protetora e veterinários são presos por eutanásias desnecessárias em animais

Protetora de animais é presa por autorizar eutanásias sem motivo e desviar mais de R$ 670 mil de vaquinhas, aponta a Polícia Civil de Canoas

Paula Lopes arrecadava fundos para proteção animal ao mesmo tempo em que autorizava eutanásias sem motivo
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  • Paula Lopes, 36 anos, foi presa em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, suspeita de realizar eutanásias sem motivo e de desviar recursos de vaquinhas virtuais.
  • A investigação aponta que ela arrecadava fundos para proteção animal ao mesmo tempo em que autorizava eutanásias sem justificativa e executava procedimentos sem autorização veterinária.
  • Mandados de busca foram cumpridos na residência da suspeita, onde foram apreendidos documentos, computadores e celulares que vão auxiliar a apuração.
  • As vaquinhas virtuais teriam arrecadado mais de R$ 670 mil desde 2020; a atuação da protetora estaria consolidada há, pelo menos, três anos.
  • A Polícia Civil reforça a necessidade de denúncias sobre maus-tratos e irregularidades na proteção animal para que os responsáveis sejam punidos e os animais recebam os cuidados adequados.

A Polícia Civil de Canoas prendeu uma protetora de animais suspeita de realizar eutanásias sem necessidade e de arrecadar dinheiro de forma ilícita. Paula Lopes, 36 anos, foi presa nesta quarta-feira (15) em uma residência no bairro Mathias Velho, região metropolitana de Porto Alegre.

Segundo as investigações, Paula arrecadava fundos para proteção animal ao mesmo tempo em que autorizava eutanásias sem motivo e realizava procedimentos sem autorização veterinária. A polícia aponta ainda desvio de recursos obtidos com vaquinhas digitais.

As diligências incluíram mandados de busca e apreensão na residência da suspeita, onde foram apreendidos documentos, computadores e celulares que devem embasar a investigação. Paula foi encaminhada à delegacia e deverá ser apresentada à Justiça.

A apuração indica que Paula atuava há pelo menos três anos em práticas de maus-tratos e procedimentos inadequados com animais, além de arrecadação irregular de dinheiro. Investiga-se se há participação de terceiros em outros delitos.

A Polícia Civil ressalta a importância de denunciar casos de maus-tratos e irregularidades na proteção animal, para assegurar punição aos responsáveis e o cuidado adequado aos animais.

A ação contou com apoio de equipes especializadas e segue para análise de provas reunidas, incluindo registros financeiros e históricos de atendimento veterinário.

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