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10 designers revelam tendências que definem moradias do amanhã

Três tendências redefinem moradias: espaços multipropósito, áreas de bem-estar integradas e paisagens externas simples e sustentáveis

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  • Casas cada vez mais multipropósito, com espaços de convivência compartilhados, como um “buddy block” para 10 amigos, que funciona quase como um hotel menor com refeições e serviços.
  • Áreas de bem‑estar dentro da casa se tornam comuns, incluindo saunas, duchas de vapor e espaços para exercícios leves e yoga, priorizando sensação agradável sem depender de tecnologia.
  • O ambiente doméstico fica mais tranquilo e minimalista: menos clutter visual, maior valorização do vazio e do contraste forte entre preto e branco.
  • Os espaços ao ar livre ganham importância, com paisagens menos sofisticadas e mais manutenção reduzida, usando misturas de prados e sementes; a sombra tornou-se parte essencial para confortar o uso externo.
  • A tendência é aproveitar mais o exterior, com estruturas de sombra que tornam as áreas externas práticas para refeições e convivência.

O texto reúne 10 designers que apontam as tendências que vão definir as casas do amanhã, destacando espaços mais versáteis e funcionais. Os relatos apontam moradias que conciliam convivência, bem‑estar e áreas externas mais conectadas ao estilo de vida atual.

Entre as propostas, surge a ideia de blocos coletivos: oferecer uma casa individual com um espaço compartilhado, tipo clubhouse, para 10 amigos, com serviços como treino, coach e motorista. A proposta mira ampliar vínculos e reduzir a distância entre moradores.

Outro eixo é o bem‑estar integrado: áreas de banho, saunas, câmaras de pressurização e espaços para exercícios leves distribuídos pela residência. A importância é a sensação de bem‑estar ao entrar em casa, sem depender de soluções tecnológicas excessivas.

Profundam-se, ainda, mudanças no clima do interior. O conceito de quietude ganha espaço, com ambientes menos carregados visualmente e com menos objetos. O contraste entre preto e branco ganha peso frente aos tons neutros, com reavaliação de móveis como relógios de corrida e mesas de jantar.

No âmbito externo, há transformação de jardins e paisagens. A ênfase é em espaços que requerem menos manutenção, com misturas de prados e semeadura, buscando um visual mais selvagem. Estruturas de sombra tornam o espaço externo confortável para atividades como jantar ao ar livre.

Essa visão exterior reflete uma tendência de que áreas ao ar livre passem a ser parte essencial do cotidiano, associadas a práticas de convivência e lazer em harmonia com o ambiente, sem depender de grandes manutenções.

Resumo técnico: as tendências apontam multipropósito, bem‑estar integrado, ambientes mais calma e menos saturados, paisagens com menor carga de manutenção e uso estratégico de sombras para aproveitamento externo. As mudanças sugeridas indicam caminhos de design para moradias futuras.

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