- Em conciliação sob sigilo em Orlando, Tiffany Score e Steven Mills firmaram acordo de guarda permanente com os pais biológicos da bebê Shea, mantendo direitos legais sobre a menina.
- O acordo mantém o casal gestante como cuidadores principais; os termos são privados, mas o documento homologado confirma a guarda definitiva.
- Em abril, os pais haviam dito que aceitariam a reunificação com a linhagem genética se os biológicos pudessem assumir legalmente; a decisão atual afasta qualquer possibilidade de separação.
- Mesmo com o desfecho da guarda, permanece a dúvida sobre os embriões originais: há um embrião masculino e dois viáveis femininos, cuja posse ainda não está comprovada como deles.
- A Fertility Center de Orlando encerrou atividades em abril, abrindo uma nova clínica no mesmo endereço sob nova gestão, em meio às investigações.
Na segunda-feira, 15 de junho, Tiffany Score e Steven Mills firmaram um acordo de guarda permanente com os pais biológicos de Shea, após uma troca de embriões ocorrida na Fertility Center de Orlando. O acordo foi homologado em conciliação sigilosa, assegurando que o casal criará a menina.
A decisão confirma que Tiffany e Steven manterão os direitos legais sobre Shea e continuarão a cuidar da criança. Os detalhes do acordo permanecem confidenciais, mas o entendimento foi alcançado de forma amigável entre as famílias.
Em abril, os pais haviam dito em juízo que aceitariam a reunificação da menina com sua linhagem genética caso os biológicos pudessem assumir legalmente a guarda. A nova decisão afasta, em definitivo, qualquer possibilidade de separação.
Embriões e posição da clínica
O caso envolve incertezas sobre os embriões originais. Dos materiais disponíveis, houve um embrião masculino e dois femininos viáveis, cuja situação não foi inteiramente esclarecida quanto à posse dos pais biológicos.
O Fertility Center de Orlando informou cooperar com as autoridades para apurar a origem do erro que levou ao nascimento de Shea. Em abril, a clínica encerrou as atividades naquele local e abriu uma nova instituição médica sob gestão diferente no mesmo endereço.
Contexto do caso
O episódio teve início em abril de 2025, com a implantação equivocada do embrião de outra paciente durante um procedimento de fertilização assistida. Shea nasceu sob guarda do casal que a gestou, afastando a possibilidade de vínculo genético com eles.
Testes de DNA recentes confirmaram a origem da bebê, permitindo a identificação dos pais biológicos. O caso ganhou repercussão e levou a uma busca por respostas sobre o paradeiro dos embriões originais.
Leia a matéria completa sobre o desdobramento do erro na fertilização e o acordo de guarda entre as famílias.
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