- A Polícia Federal prendeu um casal em Itaboraí, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 16 de junho, suspeitos de participação em esquema de falsificação de alvarás de soltura.
- A operação cumpriu dois mandados de prisão preventiva expedidos pela 10ª Vara Federal Criminal do Rio; os crimes investigados são associação criminosa e falsificação de documento público.
- As investigações apontam uma organização criminosa que produzia alvarás de soltura falsos para libertar detentos de unidades prisionais da capital.
- Entre os beneficiados pelo esquema está um dos maiores traficantes de armas do país, condenado a 27 anos de prisão, além de outras pessoas que tiveram solturas com documentos falsos.
- Durante a abordagem, foram encontrados indícios de falsificação nos documentos de identidade apresentados pelo casal; eles foram encaminhados ao sistema prisional do estado, à disposição da Justiça.
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, 16/6, um casal foragido investigado por participação em um esquema de falsificação de alvarás de soltura. A operação ocorreu em Itaboraí, no estado do Rio de Janeiro. Segundo a PF, eles respondem por associação criminosa e falsificação de documento público.
Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva expedidos pela 10ª Vara Federal Criminal do Rio. Os agentes identificaram indícios de uma organização criminosa dedicada a produzir alvarás de soltura falsos para liberar detentos de unidades prisionais da capital.
Entre os beneficiados pelo esquema, segundo a PF, está um dos maiores traficantes de armas do país, condenado a 27 anos de prisão, cuja identidade não foi divulgada. Também teriam sido liberados outros condenados por crimes graves com base nos documentos falsos.
No momento da abordagem, os policiais localizaram indícios de falsificação nos documentos de identidade apresentados pelo casal. A ação contou com a participação de equipes da Delegacia de Repressão a Drogas, do Núcleo de Capturas e da Delegacia de Polícia Federal em Macaé.
Os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional do estado e permanecerão à disposição da Justiça. Eles poderão responder pelos crimes de associação criminosa e falsificação de documento público.
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