- A CISA incluiu a CVE-2026-0257 no catálogo de vulnerabilidades exploradas conhecidas em 29 de maio de 2026, apontando atividade maliciosa real.
- A falha afeta os componentes GlobalProtect portal e gateway do PAN-OS, permitindo contornar autenticação e abrir caminho para conexões VPN não autorizadas.
- Dispositivos com GlobalProtect expostos à internet estão entre os alvos, já que a vulnerabilidade envolve a borda da rede.
- Pesquisadores identificaram um agente de ameaça não atribuído varrendo dispositivos com GlobalProtect habilitado; nem todos os alvos concluíram sessões VPN.
- Mitigações: aplicar as correções do PAN-OS, seguir workarounds oficiais se a atualização não for possível e restringir a exposição dos portais GlobalProtect.
A Palo Alto Networks alertou sobre a exploração ativa da CVE-2026-0257, uma vulnerabilidade crítica que afeta os componentes GlobalProtect portal e gateway do PAN-OS. A falha permite contornar a autenticação e pode abrir caminho para conexões VPN não autorizadas.
O problema atinge ambientes que utilizam o GlobalProtect para acesso remoto seguro. Por envolver a borda da rede, dispositivos VPN costumam ficar expostos à internet, o que aumenta o risco de intrusão em infraestrutura corporativa. A falha tem potencial de uso para reconhecimento interno e escalada de privilégios.
A CISA incluiu a CVE-2026-0257 em seu catálogo de vulnerabilidades exploradas em 29 de maio de 2026, indicando atividade maliciosa em ambientes reais. Pesquisadores da Unit 42 identificaram um agente de ameaça não atribuído varrendo dispositivos com GlobalProtect habilitado, com poucos alvos tendo sessões VPN efetivamente estabelecidas.
Mitigação
Observa-se que o risco central é um atacante remoto sem credenciais válidas obter acesso à VPN. Em cenários corporativos, isso pode facilitar intrusão em serviços protegidos pela rede. A orientação é aplicar as correções do PAN-OS e seguir workarounds oficiais quando a atualização não for possível.
Além disso, recomenda-se restringir a exposição dos portais GlobalProtect, monitorar tentativas de autenticação incomuns e revisar políticas de acesso remoto até a implementação da correção. Fontes oficiais apontam para evitar uso de versões vulneráveis até a resolução do problema.
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