- Mensagens apreendidas pela Polícia Federal mostram que Daniel Vorcaro mandou “moer” a empregada da atriz Monique Alfradique, em diálogo com o operador conhecido como Sicário.
- Monique Alfradique disse, por meio de sua assessoria, desconhecer qualquer ameaça nesse contexto; a defesa de Vorcaro não se pronunciou até a publicação.
- O diálogo de 19 de fevereiro de 2025 entre Vorcaro e Sicário envolve pedidos de endereço da funcionária e instruções para promover violência contra ela.
- A investigação aponta que Sicário integrava o grupo conhecido como “A Turma”, criado para monitorar adversários do banqueiro; o próprio Sicário morreu na cela da Polícia Federal em Minas Gerais.
- A apuração também registra golpes envolvendo a atriz, com tentativa de hackeamento de sua conta e pedido de vídeo para confirmar identidade; a Meta não se manifestou até o momento.
Daniel Vorcaro é alvo de investigação da Polícia Federal após mensagens obtidas no seu celular indicarem uma ordem para agressão direcionada a uma empregada da atriz Monique Alfradique. A comunicação ocorreu entre Vorcaro e um contato conhecido como Sicário, em fevereiro de 2025, durante diálogo registrado pela PF.
A atriz Monique Alfradique afirma, por meio de sua assessoria, que desconhece qualquer ameaça concreta nesse contexto. A defesa de Vorcaro foi contatada por e-mail, por volta das 16h50, mas ainda não houve pronunciamento público até a atualização desta reportagem.
Segundo as investigações, o diálogo envolve ainda o ex-banqueiro e uma figura associada à milícia privada, apontada como integrante do grupo conhecido como “A Turma”. O conteúdo das mensagens descreve pedidos de violência contra a empregada de Monique Alfradique.
Investigação e desdobramentos
Os investigadores indicam que o registro de 19 de fevereiro de 2025 traz instruções para obter dados pessoais da mulher e, em seguida, realizar agressão física. Mourão responde de forma a esclarecer o que seria feito e como proceder.
A PF também registra que a figura de Mourão encaminhou imagens e dados da suposta vítima. A reportagem confirmou que a diarista mencionada prestou serviços à atriz, sem esclarecer os motivos de qualquer desavença.
De acordo com documentos da apuração, o núcleo identificado como “A Turma” era utilizado para monitorar adversários de Vorcaro ou envolvidos em apurações sobre o banco de que ele teria se afastado. Um desfecho ligado a esse grupo ocorreu com a morte de um integrante na PF de Minas Gerais.
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