- A polícia de Los Angeles atirou e matou o cão de uma família fora de um apartamento em Canoga Park, menos de alguns minutos após o fim do jogo do Knicks. O animal, um doodle de dois anos, estava com uma jersey dos Knicks.
- A mulher da casa foi gravemente emocionada ao lado do cão morto, enquanto cerca de uma dúzia de policiais estavam ao redor.
- O incidente ocorreu após a família ter celebrado a vitória do Knicks no campeonato da NBA; vídeos do ocorrido circulam, com milhões de visualizações no TikTok.
- Uma vaquinha online já arrecadou mais de 125 mil dólares para a cremação de Jameson, segundo a página GoFundMe criada pela família.
- A Los Angeles National Action Network pediu à polícia a divulgação das imagens das câmeras- corpo (bodycam) da operação, afirmando que houve necessidade de transparência e responsabilização.
O que aconteceu: policiais da LAPD atiraram e mataram o cão de uma família durante a celebração da vitória do Knicks. O incidente ocorreu logo após a conclusão do jogo, em Canoga Park, Los Angeles. A polícia foi acionada por uma pessoa que relatou uma mulher gritando.
O cão, Jameson, tinha 2 anos e usava uma camisa dos Knicks. O animal foi morto minutos após o fim da partida, em frente ao apartamento da família. A família descreveu Jameson como um animal dócil e querido.
Quando e onde: o tiroteio ocorreu no sábado, em Canoga Park, área ao norte de Los Angeles, pouco depois da final da NBA. A casa ficou sob vigília de vizinhos e câmeras de segurança.
Como ocorreu: segundo a LAPD, ao abrir a porta, a mulher encontrou o cão solto; o animal teria avançado contra um dos oficiais, o que levou ao tiroteio. A versão oficial aponta um confronto direto entre o animal e os agentes.
Vídeos e repercussão: imagens da mulher chorando ao lado do cão morto ganharam destaque nas redes, com milhões de visualizações no TikTok. Um GoFundMe já arrecada mais de 125 mil dólares para cremação, muito acima da meta inicial.
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O caso e a chamada por transparência: o grupo Los Angeles National Action Network pediu a divulgação das imagens de câmeras corporais. A organização pleiteia a liberação das filmagens para esclarecer o ocorrido e identificar os oficiais envolvidos.
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