- A Polícia Civil investiga a morte suspeita do cão comunitário Maninho, ocorrida em Balneário Camboriú no dia 16 de junho de 2026.
- Maninho desapareceu em 29 de maio junto com a cadela Maninha e foi encontrado gravemente ferido às margens da BR-101; foi levado a uma clínica, passou por cirurgia, mas não resistiu.
- A apuração é como crime de maus-tratos; a prefeitura acompanha o caso como prioridade e a prefeita cobrou a identificação dos envolvidos, com imagens e rastros de monitoramento ajudando na investigação.
- Cães comunitários são considerados pela lei municipal como sem dono único, mas com vínculos de cuidado de moradores, recebendo abrigo, alimentação, água e assistência veterinária do município.
- A morte de Maninho ocorre após o caso do cão Orelha em Florianópolis, que motivou a Lei Orelha; parlamentares discutem endurecer penas e cogitam criar uma CPI na Assembleia Legislativa para apurar falhas em investigações.
A Polícia Civil investiga a morte suspeita do cão comunitário Maninho, ocorrida em Balneário Camboriú no dia 16 de junho de 2026. O animal foi encontrado gravemente ferido às margens da BR-101 e não resistiu aos ferimentos, mesmo após cirurgia.
Maninho morava na Praia do Estaleiro e desapareceu em 29 de maio junto com a cadela Maninha. Horas depois, foi localizado com ferimentos graves perto da rodovia, o que motivou mobilização de moradores e ações de proteção aos cães da região.
A Polícia Civil apura o episódio como crime de maus-tratos. A prefeitura de Balneário Camboriú acompanha o caso como prioridade, e a prefeita Juliana Pavan cobrou a identificação dos envolvidos. Imagens e rastros de monitoramento devem orientar as investigações.
Cão comunitário: o que diz a lei
Cães e gatos comunitários são animais sem dono único, mas que vivem em grupos e recebem abrigo, alimentação, água e assistência veterinária do município. A legislação municipal garante sua permanência e cuidado em espaços públicos.
Relação com o caso e desdobramentos
A morte de Maninho ocorre meses após a polêmica morte do cão Orelha, em Florianópolis, que motivou debates sobre proteção animal e leis mais duras. O caso influenciou a criação da chamada Lei Orelha, que endurece multas para crueldade.
Medidas legais previstas em SC
Parlamentares trabalham para endurecer as penas por crimes contra animais e avaliam a instalação de uma CPI na Assembleia Legislativa. O objetivo é revisar investigações anteriores e evitar falta de provas técnicas em casos graves.
Conteúdo apurado pela equipe da Gazeta do Povo. Para aprofundar a leitura, consulte a reportagem completa.
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