- Ao longo de duas semanas, 30 pessoas morreram em acidentes com vans, com casos reportados no Pará, Bahia e Goiás.
- No Pará, uma van de passageiros colidiu com um caminhão, deixando seis mortos.
- Na Bahia, uma van que transportava pacientes colidiu com uma caminhonete, gerando 16 feridos.
- Em Goiás, uma van escolar se chocou contra um caminhão, resultando na morte de cinco estudantes.
- Especialistas apontam fatores de risco: vans são altas e de centro de gravidade elevado; para veículos com mais de oito lugares é exigida habilitação na categoria D, idade mínima de 21 anos e curso específico; recomenda‑se usar apenas veículos regularizados e sempre tecnicamente perfeito e com cinto de segurança.
Nas últimas duas semanas, 30 pessoas morreram em acidentes envolvendo vans, gerando alerta sobre a segurança desse tipo de transporte. No Pará o choque entre uma van de passageiros e um caminhão resultou na morte de seis pessoas. Na Bahia, uma van que transportava pacientes colidiu com uma caminhonete, deixando 16 feridos. Em Goiás, uma van escolar colidiu com um caminhão e cinco estudantes morreram.
Casos se repetem em diferentes regiões do país, envolvendo desde transporte de estudantes até atendimento de saúde. A ampla utilização das vans no cotidiano levanta questionamentos sobre os riscos comparados a outros meios de transporte.
Casos e fatores de risco
Especialistas apontam que múltiplos fatores elevam o risco de acidentes. O diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, José Montal, afirma que muitos veículos não foram originalmente projetados para o transporte de pessoas. As causas são diversas e, segundo ele, preveníveis.
Além disso, vans, por serem mais altas e estreitas, têm centro de gravidade elevado, o que exige maior atenção em curvas e manobras bruscas. Para conduzir veículos com mais de oito lugares, é necessário ter pelo menos 21 anos, habilitação na categoria D e curso específico para transporte de passageiros.
Para o público, a recomendação é optar por veículos regularizados e usar sempre o cinto de segurança. As autoridades ressaltam a importância da manutenção adequada e da fiscalização de placas, pneus e itens de segurança.
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