- Adolescentes: Iasmyn Eckhardt da Silva, de 14 anos, foi encontrada morta em área de mata no oeste do Paraná, com várias lesões na cabeça e no rosto.
- Suspeito, amigo da vítima, tem 18 anos e foi preso preventivamente; ele confessou ter cometido o crime por acreditar que a vítima armaria uma emboscada para ele.
- O suspeito negou abuso sexual e afirmou ter agido sozinho; investigadores dizem que ele foi reconhecido em imagens de câmeras de segurança.
- Na casa dele, foram encontrados o celular e chinelos de Iasmyn, além da roupa usada no dia do crime, com manchas de sangue; inquérito deve ser concluído em até 10 dias.
- A família de Iasmyn contesta a versão apresentada pelo suspeito, alegando que a jovem era tranquila e não tinha envolvimento com violência ou droga.
Foi preso preventivamente nesta quarta-feira (17) o suspeito de matar Iasmyn Eckhardt da Silva, 14 anos, encontrada morta em uma área de mata em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. O crime ocorreu na madrugada de domingo (14). O motivo ainda está sob investigação.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito tem 18 anos e era amigo da vítima. Em depoimento, ele confessou ter cometido o crime acreditando que Iasmyn o ameaçava com uma emboscada. Ele negou ter cometido abuso sexual e disse ter agido sozinho.
As câmeras de segurança ajudaram a identificar o suspeito, que chegou ao local após sair do trabalho. A polícia encontrou na casa dele itens de Iasmyn, como celular e chinelos, além da roupa usada no dia do crime, com manchas de sangue, que foi encaminhada para perícia.
O delegado responsável informou que o crime ocorreu próximo ao local onde o corpo foi encontrado, na região do Portal da Foz. A vítima apresentava ferimentos na cabeça e no rosto. Um objeto contundente foi encontrado próximo ao cadáver.
Antes da prisão, a comunidade local tentou agredir o suspeito, sendo contida pela polícia. Ele permanece custodiado na cadeia pública de Foz do Iguaçu, à disposição da Justiça, com o inquérito previsto para terminar em até 10 dias.
Suspeito e investigação
O delegado ainda trabalha para obter imagens adicionais de câmeras de segurança que ajudem a reconstruir o itinerário da vítima e do suspeito. A polícia busca confirmar se houve participação de outras pessoas no crime.
Reação da família e versão contestada
A família de Iasmyn contesta a versão apresentada pelo suspeito. A tia da jovem afirma que Iasmyn era uma criança tranquila, sem envolvimento com atividades criminosas, e que ele costumava frequentar a residência da vítima. A família também reforça que não havia qualquer indício de conduta irregular por parte da menina.
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