- Um casal da Flórdia, Steven Mills e Tiffany Score, descobriu que recebeu o embrião errado durante tratamento de fertilização in vitro na Fertility Center of Orlando e manterá a guarda permanente da filha Shea.
- Os pais biológicos da criança foram identificados de forma anônima como Paciente 004, em acordo de custódia apresentado em uma ação judicial na semana passada.
- Shea nasceu em dezembro de 2025; testes genéticos confirmaram que ela não é biologicamente relacionada aos pais Mills e Score.
- O casal afirmou que, apesar do vínculo emocional, reconhece que Shea deve ficar oficialmente com seus pais genéticos; detalhes do acordo de custódia permanecem privados.
- A Fertility Center of Orlando encerrou as atividades em vinte de maio e enfrenta processos paralelos de má prática médica relacionados a uma gravidez por barriga de aluguel em 2024.
O casal da Flórida Steven Mills e Tiffany Score manterá a guarda permanente de Shea, a filha nascida de um embrião que não era o dele. A decisão veio após um acordo de custódia com os pais biológicos da criança, identificados apenas como Paciente 004, apresentado em documento judicial recente. A polêmica envolve uma mistura de embriões na Fertility Center of Orlando, clínica responsável pelo procedimento de fertilização in vitro.
Mills e Score descobriram o erro após Shea nascer em dezembro de 2025, parecendo ter uma origem racial diferente dos dois, ambos caucasianos. Testes genéticos confirmaram que Shea não é biologicamente relacionada aos pais adotivos. Em janeiro, o casal moveu ação solicitando à clínica a identificação dos pais biológicos e a cobertura de novos testes genéticos em outros pacientes para verificar novos possíveis enganos.
Conforme o processo atualizado, foi relatada uma aliança emocional forte entre os pais adotivos e Shea, ao mesmo tempo em que se reconheceu o vínculo com os genitores biológicos. Os detalhes da decisão de custódia permanecem em segredo, conforme o registro judicial. A Fertility Center of Orlando encerrou atividades em 20 de maio, conforme anúncio público.
Além disso, a clínica já enfrentava acusações de má prática médica relacionadas a um caso de gravidez surrogate em 2024, no qual o bebê teria falecido logo após o nascimento, segundo reportagens locais. As investigações atuais permanecem centradas na gestão de embriões e nas responsabilidades da clínica envolvida no erro.
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