- A Bungie deve perder até 400 funcionários, o que representa cerca de 50% da equipe, com o fim de Destiny 2, segundo informações de imprensa.
- Atualmente a desenvolvedora conta com cerca de 800 pessoas, após cortes anteriores.
- Parte da equipe pode ser realocada para o projeto Marathon; o restante deixará de ter função dentro da estrutura da Sony.
- Não há planos de continuação para a franquia Destiny; Bungie e Sony consideram arriscado investir em uma sequência com retorno duvidoso.
- Se Marathon não aumentar seus números nos próximos meses, podem ocorrer novas demissões.
Bungie deve reduzir drasticamente seu quadro após o fim de Destiny 2. A decisão envolve encerrar o suporte ao jogo, o que tende a afetar a equipe da desenvolvedora. Segundo informações de fontes próximas, até 400 funcionários podem ser dispensados. Hoje, a Bungie emprega cerca de 800 pessoas.
A medida está ligada ao desempenho recente do título. Mesmo com o último update atraindo jogadores de volta, o retorno financeiro não justificaria manter uma estrutura tão robusta dedicada a Destiny 2. Parte da equipe deve ser realocada, enquanto o restante pode deixar a empresa.
A decisão ocorre após a Sony confirmar o fim do suporte a Destiny 2 e não sinalizar planos de continuidade da franquia. Além disso, Marathon, projeto da própria Bungie, não atingiu as expectativas e amplia o escrutínio sobre futuros investimentos.
Contexto financeiro e estratégico
O fim de Destiny 2 é visto como um marco na estratégia da Bungie e da Sony para o ecossistema de serviços ao vivo. A empresa passou por várias rodadas de cortes e hoje avalia o realinhamento de recursos entre projetos já existentes e novas iniciativas.
Especialistas comentam que, se Marathon não apresentar melhora relevante nos próximos meses, novas demissões podem ocorrer. A expectativa é de que parte dos criadores de Destiny 2 seja realocada para outros projetos, enquanto o restante pode deixar a estrutura da Sony.
Panorama para a Bungie e o mercado
Desde a aquisição, a Bungie enfrentou mudanças de percepção pública e de relação com a Sony. O estúdio era visto como referência em jogos como serviço, mas a avaliação atual o coloca como investimento com retorno incerto. A sequência de decisões aponta para uma pausa prolongada da franquia. Prospects futuros dependem de resultados de Marathon e de estratégias de investimento da empresa.
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