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Instrutor de rope jump posta vídeo simulando jogar cadáver de ponte em 2022

Vídeo de 2022 mostra simulação de arremesso de cadáver; três presos pela morte de Maria Eduarda em Limeira, com investigação sobre câmera desaparecida

‘Desovando corpo’: instrutor de rope jump publicou vídeo simulando jogar cadáver de ponte em 2022
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  • Um vídeo de setembro de 2022 mostra um instrutor de rope jump simulando o arremesso de um cadáver da Ponte do Esqueleto, em Limeira, onde Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu.
  • Maria Eduarda morreu ao saltar sem as cordas de segurança instaladas; as autoridades investigam homicídio com dolo eventual e o desaparecimento de uma câmera que estaria com a jovem no momento da queda.
  • Luis Felipe Feliciano Egoroff, um dos três presos pelo caso, publicou o vídeo em seu Instagram; ele é dono do perfil que publicou o registro e consta como bombeiro civil e praticante de rapel.
  • Os responsáveis pelo salto afirmaram à polícia não saber explicar por que as cordas não foram instaladas; eles também disseram que as inspeções eram realizadas normalmente antes dos saltos.
  • A delegada Andrea Levy informou que os três funcionários presos afirmaram não se lembram de quem deveria instalar ou fiscalizar os equipamentos de segurança; a polícia apura ainda o paradeiro da câmera que estava com a vítima.

A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, ocorreu na Ponte do Esqueleto, em Limeira, SP, após ela saltar de rope jump sem cordas de segurança. A Polícia Civil investiga a hipótese de homicídio com dolo eventual e o desaparecimento de uma câmera que estaria com a jovem.

Um vídeo publicado em setembro de 2022 mostra um homem simulando o arremesso de um cadáver da ponte. O registro foi divulgado no perfil de Luiz Felipe Feliciano Egoroff, que é um dos três presos pela morte. A publicação carrega o título “desovando corpo”.

Os responsáveis pela operação do salto afirmaram à polícia que não sabem por que as cordas não foram instaladas. Em depoimento, um dos investigados relatou que as inspeções eram feitas antes dos saltos, sem esclarecer a falha.

Segundo a delegada Andrea Levy, os três funcionários presos disseram não lembrar quem deveria instalar ou fiscalizar os equipamentos de segurança. A investigação também apura o desaparecimento de uma câmera que estaria com a jovem no momento da queda.

Feliciano Egoroff é apresentado como bombeiro civil e praticante de rapel e rope jump. O local da morte fica na mesma estrutura onde o vídeo de 2022 foi gravado, ampliando a complexidade das apurações sobre responsabilidades técnicas e operacionais.

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