- Uma advogada da Paraíba acionou Marina Ruy Barbosa por danos morais, alegando ofensas públicas nas redes sociais.
- O processo tramitou no 2º Juizado Especial Cível de João Pessoa e afirmou que as supostas ofensas teriam ocorrido publicamente e sido vistas por terceiros.
- Não foram apresentadas provas materiais das acusações, como prints, áudios ou vídeos, segundo checagem da coluna Daniel Nascimento.
- Houve falha processual: a parte foi intimada a emendar a petição com dados para localização da ré; o prazo de quinze dias venceu sem manifestação, levando ao indeferimento e à extinção do caso sem resolução do mérito.
- O arquivamento ocorreu de forma definitiva, sem necessidade de notificação prévia da atriz; caso guarda semelhança com episódio envolvendo Angélica, também sem provas apresentadas.
Marina Ruy Barbosa é alvo de uma ação por danos morais na Paraíba, movida por uma advogada que alegou ter recebido ofensas públicas da atriz em redes sociais. O caso tramitou no 2º Juizado Especial Cível de João Pessoa. A autora afirma que mantinha relação superficial com a artista e que, em certo período, recebeu respostas ofensivas, invasivas e difamatórias atribuídas a Marina. As mensagens, porém, não foram detalhadas nos autos.
Segundo a ação, as supostas ofensas teriam ocorrido publicamente, visíveis a outros usuários. A autora relatou ainda ataques de terceiros ligados à atriz, e afirmou ter buscado esclarecimentos sobre eventual confusão com outra pessoa, sem obter retorno. O documento descreve a tentativa de cessar as condutas, sem sucesso. Não há especificação de provas anexadas.
A falta de evidências concretas e um erro processual contribuíram para o arquivamento. O juiz intimou a advogada a emendar a petição inicial, requerendo CPF e endereço da ré para possibilitar a citação. Com o prazo de 15 dias expirado sem manifestação, a petição foi indeferida, levando à extinção do processo sem resolução do mérito.
Caso semelhante envolve Angélica
Outra situação, divulgada pela coluna do jornal O Dia, envolve a apresentadora Angélica. Ação na comarca de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, com alegação de perseguição e abordagem constante por pessoas ligadas a um suposto grupo religioso. A autora pediu quase R$ 60 mil por danos morais, mas não foram apresentadas provas concretas, conforme apurado pela reportagem.
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