- Governo de Minas Gerais lançou uma unidade móvel de atendimento para dependentes químicos, com atuação itinerante na região metropolitana de Belo Horizonte.
- Levantamento do Centro de Referência em Álcool e Outras Drogas indica que a maioria dos usuários começou a consumir entre 12 e 16 anos; a cocaína lidera os atendimentos, seguida de crack e álcool.
- A unidade móvel terá profissionais de saúde e assistência social e disponibilizará materiais educativos e de prevenção, integrada ao programa Minas Sem Drogas.
- Segundo a Secretaria de Saúde, a iniciativa facilita o acesso ao tratamento em regiões mais vulneráveis, com expectativa de atender cerca de 1.500 pessoas por mês.
- O estudo mostra que muitos dependentes não buscam ajuda por medo ou vergonha; a ação busca aproximá-los do tratamento e oferecer suporte psicológico e social.
O Governo de Minas Gerais anunciou nesta quarta-feira (17) a implantação de uma unidade móvel de atendimento para dependentes químicos. O serviço é itinerante e será utilizado na região metropolitana de Belo Horizonte para ampliar o acesso a tratamento e informações sobre drogas.
Levantamento do Centro de Referência em Álcool e Outras Drogas (Cead) aponta que a maioria dos usuários começou a consumir substâncias entre 12 e 16 anos. A cocaína lidera os atendimentos, seguida pelo crack e pelo álcool.
A unidade móvel contará com profissionais de saúde e assistência social, além de materiais educativos e de prevenção. A iniciativa integra o programa Minas Sem Drogas, que busca reduzir impactos do uso de drogas na sociedade.
Estrutura e adesão
De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, a unidade representa uma estratégia importante para levar informações e tratamento a regiões afastadas e vulneráveis. Ele ressalta a redução do estigma associado às drogas.
A atuação ocorrerá em diferentes regiões da Grande Belo Horizonte, com foco em áreas de maior vulnerabilidade social. A previsão é atender cerca de 1.500 pessoas por mês.
O Cead aponta que a maioria dos dependentes não procura ajuda por iniciativa própria, em parte por medo ou vergonha. A unidade móvel busca aproximar esses indivíduos do tratamento e oferecer suporte psicológico e social.
A cocaína, droga de alta periculosidade, apresenta risco de dependência física e psíquica. O uso precoce, conforme a pesquisa, eleva a probabilidade de problemas de saúde mental e dificuldades sociais.
O governo estadual destaca a necessidade de ações integradas entre saúde, assistência social, educação e segurança para enfrentar o problema. A unidade móvel é uma das várias estratégias do Minas Sem Drogas.
O objetivo é reduzir o consumo de drogas e favorecer a recuperação de dependentes, contribuindo para uma sociedade mais saudável e segura.
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