- Sara Letícia Rodrigues, de 25 anos, foi encontrada degolada no quarto da casa onde morava, na Vila Asem, em Itapetininga (SP).
- Diego Rodrigues, de 35 anos, morreu ao bater de frente contra uma carreta na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), no quilômetro 185, na manhã de terça-feira; ele ficou preso às ferragens.
- O casal iria assinar o divórcio no dia do crime; a hipótese é de que Diego não aceitasse o fim do relacionamento.
- A polícia investiga se as mortes estão relacionadas; o caso é apurado como feminicídio seguido de suicídio, segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.
- Segundo o delegado, Diego teria deixado o filho de um ano aos cuidados da avó paterna antes de supostamente cometer o crime e fugir, causando o acidente posterior.
O caso envolve a morte de Sara Letícia Rodrigues, de 25 anos, encontrada degolada na casa em que morava em Itapetininga (SP) no mesmo dia em que o marido, Diego Rodrigues, 35, morreu em um acidente na Rodovia Raposo Tavares (SP-270). O fato ocorreu na manhã de terça-feira (16).
A polícia investiga se as duas mortes estão conectadas. Segundo o delegado Luiz Henrique Nunes, a hipótese principal é de feminicídio seguido do suicídio do autor, já que o casal iria assinar o divórcio naquele dia.
Desdobramentos da investigação
O acidente ocorreu no quilômetro 185 da Rodovia Raposo Tavares, quando Diego invadiu a pista contrária e colidiu com uma carreta. A motorista da carreta relatou ter sido surpreendida pelo veículo, sem se ferir; Diego morreu no local.
Imagens de motoristas mostram o carro destruído, com o motorista preso às ferragens e resgatado pela ambulância. O boletim de ocorrência aponta que Sara foi encontrada no quarto, com sangue, já em rigidez cadavérica; o irmão afirmou que o cadáver apresentava temperatura corporal alta.
A Secretaria da Segurança Pública afirmou que o caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Itapetininga como feminicídio. A linha investigativa aponta que Diego deixou o filho do casal com a avó paterna antes de o acidente ocorrer.
Segundo o registro, o casal tinha um filho de um ano. A hipótese é de que Sara foi morta no quarto da residência, enquanto Diego, possivelmente, planejava o divórcio ou já não aceitava o fim do relacionamento.
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