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PF investiga comércio de material de abuso sexual infantojuvenil no Recife

Polícia Federal deflagra, no Recife, operações Rastilho e Rastro contra armazenamento, compartilhamento e venda de conteúdo de abuso infantil na internet

Policial federal.
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  • A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, 17 de junho, duas operações no Recife — Rastilho e Rastro — contra exploração sexual de crianças e adolescentes pela internet.
  • Mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Justiça Federal nas regiões da Imbiribeira, Zona Sul, e Jardim São Paulo, Zona Oeste.
  • Foram apreendidos computadores, celulares e outros dispositivos que passarão por perícia para identificar armazenamento, compartilhamento ou venda de conteúdos de abuso sexual infantojuvenil.
  • Os investigados podem responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, incluindo posse, divulgação e venda de conteúdo envolvendo menores.
  • A PF destacou que as apurações seguem em andamento e novas medidas podem ser adotadas; em 11 de junho houve a Operação Sotave, em Jaboatão dos Guararapes, com dois celulares e um cartão de memória apreendidos.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de 17 de junho, duas operações no Recife para combater a exploração sexual de crianças e adolescentes pela internet. As ações envolveram suspeitos de armazenar, distribuir e negociar conteúdos ilegais em plataformas digitais. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Justiça Federal.

As ações ocorreram em diferentes regiões da cidade: Imbiribeira, Zona Sul, com autorização da 36ª Vara Federal, e Jardim São Paulo, Zona Oeste, após determinação da 4ª Vara Federal. Computadores, celulares e outros dispositivos foram apreendidos para perícia.

A PF afirma que os materiais recolhidos passarão por perícia especializada para identificar possíveis vítimas e outras pessoas envolvidas. Os investigados podem responder por delitos previstos no ECA, como posse, divulgação e venda de conteúdo de abuso infantil. O andamento das investigações continuará com novas medidas.

Operações Rastilho e Rastro

Na primeira etapa, as diligências visam esclarecer o armazenamento e a circulação de conteúdos de exploração sexual infantojuvenil. O material apreendido deverá embasar novas apurações e a identificação de eventuais vítimas.

A segunda frente envolve apuração de possível negociação de conteúdos ilegais em plataformas digitais. A PF destaca a importância da atuação conjunta entre unidades regionais e a Justiça Federal para o avanço das investigações.

Operação Sotave

Em outra frente, na manhã de 11 de junho, a PF deflagrou a Operação Sotave contra crimes de circulação de imagens e vídeos de violência sexual infantil. O alvo foi um investigado residente em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife.

Durante o cumprimento de mandado, agentes recolheram dois celulares e um cartão de memória. Os itens devem auxiliar o andamento das investigações para esclarecer a participação de terceiros e eventuais vítimas.

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