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Polícia prende integrante de grupo que rouba celulares e alianças em Diadema

Guilherme Cristiano Silva Barbosa, 26, é preso por integrar quadrilha que rouba celulares e alianças em Diadema; outro suspeito continua foragido, com oito alianças, um celular e duas motos apreendidos

SP: polícia prende suspeito de integrar quadrilha que rouba celulares e alianças em Diadema
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  • Polícia prendeu, nesta quarta-feira, Guilherme Cristiano Silva Barbosa, de 26 anos, suspeito de integrar quadrilha que rouba celulares e alianças em Diadema, Grande São Paulo.
  • Um segundo suspeito permanece foragido.
  • No imóvel dos investigados, a polícia apreendeu oito alianças, um celular roubado, além de duas motos e equipamentos usados nos crimes.
  • As vítimas são rendidas rapidamente, com a atuação dos criminosos em moto, que chegam armados e ameaçam os deslocamentos no centro da cidade.
  • As investigações buscam identificar outros envolvidos e quem comercializa os produtos, ressaltando que a receptação sustenta o mercado ilegal e incentiva novos roubos.

Uma sequência de roubos de celulares e alianças tem deixado Diadema, na Grande São Paulo, sob alerta há pelo menos seis meses. As ações são rápidas: criminosos chegam de moto, rendem as vítimas com agressões e ameaças.

Guilherme Cristiano Silva Barbosa, de 26 anos, foi preso em casa nesta quarta-feira (17). Ele é apontado como integrante de uma quadrilha responsável pelos crimes. Outro suspeito continua foragido, segundo a polícia.

Nos locais onde os investigados foram encontrados, foram apreendidas oito alianças, um celular roubado, além de duas motos e equipamentos usados nos roubos. A prática de desmanchar aparelhos facilita a venda dos produtos.

Segundo a polícia, a receptação sustenta o mercado ilegal e incentiva novos roubos. As investigações visam identificar outros integrantes da quadrilha, bem como pessoas que compram e revendem os itens roubados.

O assédio ao centro da cidade, com roubos frequentes, levou moradores a evitar o uso de alianças em áreas comerciais. A polícia segue monitorando a atuação do grupo e busca novas informações sobre a rede de venda dos objetos roubados.

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