- A restauração das esculturas sacras do Monumento do Calvário, na Praça do Cruzeiro, em Carmo do Cajuru, Minas Gerais, provocou revolta local e repercussão nacional.
- O trabalho resultou em maquiagens artificiais nas peças, com cílios destacados, sobrancelhas marcadas e lábios desfigurados em relação aos traços originais.
- O município fica a cerca de 120 quilômetros da capital, Belo Horizonte, e o episódio gerou debate sobre preservação do patrimônio religioso.
- O Conselho Paroquial procura um restaurador especializado em arte sacra para uma nova intervenção, com critérios técnicos adequados.
- O nome da empresa ou profissional responsável pela restauração não foi divulgado pela Diocese.
O Monumento do Calvário, em Carmo do Cajuru, Minas Gerais, teve uma tentativa de restauração das esculturas sacras da Praça do Cruzeiro. A intervenção ocorreu recentemente e provocou reação negativa na cidade e nas redes. A ação visava reparar desgastes do tempo, mas o resultado destoou dos traços originais.
Segundo relatos locais, as peças receberam maquiagens artificiais, com cílios, sobrancelhas marcadas e lábios alterados. A intervenção gerou perplexidade entre moradores e internautas, que classificaram o acabamento como inadequado ao conjunto histórico.
A cidade de Carmo do Cajuru fica no centro-oeste mineiro, a cerca de 120 quilômetros de Belo Horizonte. A restauração desvelou o contraste entre o que se pretendia preservar e o que foi concluído, ampliando o debate sobre preservação de patrimônio religioso.
Reação da comunidade
O episódio mobilizou a comunidade sob a ótica de preservação histórica e estética das imagens sacras. Discursos nas redes sociais destacaram a necessidade de critérios técnicos mais rigorosos em intervenções públicas.
Próximos passos
O Conselho Paroquial informou que buscará um profissional especializado em restauração de arte sacra. O objetivo é conduzir uma nova intervenção com critérios técnicos adequados, sem comprometer as características originais das peças. O nome do responsável não foi divulgado.
A Diocese de Divinópolis acompanha o caso e informou que a restauração deverá seguir padrões técnicos compatíveis com o patrimônio religioso da região, segundo o portal g1.
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