- Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo passa a gravar imagens com reconhecimento facial e leitura de placas em tempo real, integrando o sistema Muralha Paulista.
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- A aeronave consegue aproximar o foco até a placa de um veículo a distância, facilitando ações rápidas em locais sem cobertura de câmeras fixas.
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- O equipamento está disponível em apenas um dos 29 helicópteros da PM paulista, com planos de ampliar o projeto; drones também poderão identificar pessoas a mais de 100 metros.
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- As imagens são transmitidas em tempo real para centros de monitoramento, com inteligência artificial processando dados em segundos para acionar as equipes.
- Mais de 15 mil pessoas já foram presas com o apoio do sistema, segundo autoridades.
O helicóptero da Polícia Militar de São Paulo passa a gravar imagens com reconhecimento facial e leitura de placas em tempo real, integrando o sistema Muralha Paulista. A operação amplia o monitoramento já iniciado pelas 125 mil câmeras no estado.
Quem participa envolve a Polícia Militar, com o apoio de centros de comando e controle. O tenente-coronel César Augusto Silva destacou a vantagem do dinamismo para alcançar locais sem câmeras fixas, como durante fugas em veículos. O coronel Carlos Henrique Lucena ressalta o papel da tecnologia na atuação policial.
Quando e onde: em operação no estado de São Paulo, com a tecnologia disponível inicialmente em um dos 29 helicópteros da PM. Além disso, drones da corporação devem futura permitir reconhecimento facial a mais de 100 metros de distância.
Por que acontece: a ferramenta acelera o acionamento de equipes nas ruas e avenidas, após transmissão das imagens para centros de monitoramento, com processamento em segundos por inteligência artificial. A PM informa que o sistema já colaborou com a prisão de mais de 15 mil pessoas.
Detalhes da tecnologia
A câmera instalada no helicóptero consegue ampliar o foco até a placa de um veículo a distância. O recurso permite monitoramento de veículos suspeitos em tempo real, ampliando a cobertura em áreas com menor alcance de câmeras fixas.
A iniciativa é parte de um planejamento de ampliar o projeto. Há perspectiva de ampliar para mais helicópteros e ampliar o uso de drones com capacidades semelhantes, reforçando a vigilância em vias, metrôs e terminais.
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