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Mulher relata emboscada cruel do ex-namorado em MG

Mulher em Santa Luzia, Minas Gerais, afirma ter sido vítima de agressão brutal pelo ex, que tentou cegá-la; o suspeito está foragido

Glenielle Lourenço agredida em Minas
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  • Em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, uma mulher vítima de violência doméstica foi agredida dentro de um carro no domingo, 14 de junho; o caso só veio a público em 19 de junho.
  • O agressor, um homem de 28 anos ainda foragido, abordou a vítima no veículo sob a alegação de que precisava de atendimento médico e a agrediu com socos, empurrando o rosto para dentro do olho e sufocando-a.
  • Para cessar as agressões, a vítima afirmou que não o denunciaria e informou ter arritmia cardíaca; ela pediu atendimento médico e disse que voltariam juntos.
  • Ao chegar à UPA São Benedito, a vítima informou às equipes que o suspeito era o responsável pela violência; o homem não estava no local quando a triagem terminou, mas ainda tentou contato com ela até 15 de junho.
  • Nas redes sociais, Glenielle Lourenço disse que, apesar do medo, não ficará calada e quer que o agressor seja preso; ela está escondida e longe dos três filhos.

O que aconteceu foi uma violência doméstica ocorrida em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Uma mulher foi agredida dentro de um carro, no domingo 14/6. O suspeito, um homem de 28 anos, está foragido.

A vítima é Glenielle Lourenço, que havia término de um relacionamento de cerca de dois meses por agressões psicológicas. O ex-namorado a procurou dizendo precisar de atendimento médico e pediu que fosse ao posto de saúde com ele.

O caso ganhou divulgação apenas na sexta-feira, 19/6. Segundo Glenielle, as agressões começaram assim que entraram no veículo, com socos no rosto e sufocamento. Ela afirmou que, para cessar as agressões, insinuou não denunciar.

Ao entrar na triagem da UPA São Benedito, a vítima informou que o agressor era o suspeito e pediu ajuda. O homem sumiu do local e, até segunda-feira, 15/6, ainda tentou contato com ela, conforme relato.

Situação da investigação

As enfermeiras que atenderam não localizaram o agressor ao sair da sala. A polícia trabalha para localizar o suspeito, que permanece foragido. Não houve confirmação sobre prisões até o momento.

Glenielle usou as redes sociais para falar sobre o episódio. Ela disse que se sente envergonhada, mas incentiva outras pessoas a não se calarem. Afirma estar com medo, porém firme na busca pela responsabilização.

A vítima está afastada de casa e se mantêm em proteção, sem divulgar detalhes adicionais. Ela relata três filhos e afirma que quer manter-se próxima deles, cobrando prisão do agressor.

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