- Duas irmãs, Geralda Silva, 76, e Cheila Aparecida Martins, 79, reuniram-se após 76 anos de separação na manhã de sexta-feira, no Aeroporto de Cascavel, no Paraná.
- Elas foram separadas na infância, em 1950, quando a mãe as entregou para famílias diferentes; Cheila foi criada em Foz do Iguaçu e depois Pelotas, enquanto Geralda ficou em Laranjeiras do Sul.
- O reencontro aconteceu após o filho de Geralda buscar nas redes sociais o sobrenome Kaliskievcz e localizar Adão Kaliskievcz Jr., irmão de Cheila, que mantinha contato com ela.
- Cheila viajava com o marido, Juvenal Martins, e o encontro foi adiado por conta de uma viagem de Cheila à Alemanha, sendo realizado na sexta-feira.
- Os planos futuros incluem um encontro com a família de Laranjeiras do Sul, com Geralda planejando receber a irmã em casa e celebrar o reencontro.
Dois reencontros demoraram 76 anos para acontecer: as irmãs Geralda Silva, 76, e Cheila Aparecida Martins, 79, se abraçaram pela primeira vez nesta sexta-feira (19) no Aeroporto de Cascavel, no oeste do Paraná. O encontro ocorreu após uma busca em redes sociais feita pelo filho de uma delas, que localizou o primo e facilitou o contato entre as irmãs.
A história começa em 1950, quando as mães, após a separação, entregaram as filhas a famílias diferentes. Cheila foi criada em Foz do Iguaçu e depois mudou para Pelotas, enquanto Geralda permaneceu aos cuidados da família de Laranjeiras do Sul. Cheila chegou a mudar de sobrenome por conta do registro do pai biológico; Geralda recebeu o sobrenome do pai adotivo.
O reencontro foi possível após a busca de Geralda nas redes sociais, em março, pelo sobrenome Kaliskievcz, do pai biológico. Ela conseguiu contato com Adão Kaliskievcz Jr., que mantém relação com Cheila, e ligou para iniciar a conversa. A reunião, prevista para ocorrer mais tarde, aconteceu logo após a chegada de Cheila com o marido, Juvenal Martins, ao aeroporto.
Ao abrir o diálogo pela primeira vez, as irmãs combinaram o encontro. A tarde de sexta promete seguir com visitas à cidade de Laranjeiras do Sul e momentos familiares, conforme relato de Geralda, que planeja atividades com a irmã após o desembarque. A emoção marcou o momento, acompanhado por familiares e moradores presentes no terminal.
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