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PM assume disparos que deixaram uma morte no jogo do Brasil no Rio, diz polícia

PM admite ter sido autor dos disparos que resultaram em morte durante partida no Rio; corregedoria investiga, arma não confirmadamente apreendida, e ninguém foi preso

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  • Um homem foi morto e outro ficou ferido durante uma briga na praça Rosária Trotta, em Campo Grande, zona oeste do Rio, durante a transmissão da Copa do Mundo Brasil x Haiti.
  • Um sargento da Polícia Militar afirmou ser o autor dos disparos; a Polícia Civil disse que ele não foi preso em flagrante por não haver requisitos legais necessários.
  • Testemunhas disseram que a confusão começou entre crianças e adolescentes, com a participação de responsáveis, incluindo o sargento.
  • A vítima fatal, Fabio Silva, foi encaminhada ao hospital Rocha Faria, mas não resistiu; o outro homem baleado permanece internado.
  • A Corregedoria instaurou um inquérito para investigar o caso, e a Polícia Civil apura as circunstâncias com depoimentos e imagens de câmeras de segurança.

Um sargento da Polícia Militar admitiu ser o autor dos disparos que deixaram uma morte e um ferido ao longo de uma briga ocorrida durante a transmissão de Brasil x Haiti, pela Copa do Mundo, na praça Rosária Trotta, em Campo Grande, na zona oeste do Rio. O crime ocorreu na noite desta sexta-feira.

A residência do sargento fica em área próxima ao local; ele estava de folga, acompanhado da mulher e dos netos, quando houve a confusão entre crianças e adolescentes que reuniu moradores. Testemunhas disseram que o sargento sacou a arma em meio à aglomeração.

Fabio Silva, pai de um dos adolescentes, foi atingido e morreu ao dar entrada no hospital Rocha Faria. Outro homem baleado permanece internado, ainda sem identidade divulgada. Vídeos que circulam nas redes mostram o momento em que a arma é sacada.

Investigações e apurações iniciais

A Polícia Civil informou que as circunstâncias estão sendo apuradas com depoimentos e imagens de câmeras de segurança. O estado da arma utilizada não foi informado pela corporação.

A Corregedoria da PM abriu um inquérito para investigar o caso. A Polícia Civil não detalhou se houve apreensão de armas ou quais requisitos legais impediram a prisão em flagrante do sargento.

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