- Netinho de Paula usou as redes sociais no sábado, 20, para denunciar um caso de racismo envolvendo o neto, Arthur Signoreti, de 16 anos.
- O episódio aconteceu dentro do Colégio Tom Jobim, em Alphaville Tamboré, Santana de Parnaíba, região nobre de São Paulo.
- A escola publicou conteúdo em que uma colega direcionou frases ofensivas contra Arthur, como “O Arthur nasceu!” e “Ela tem bigode”, acompanhadas de uma imagem preconceituosa.
- Também houve uma figurinha debochada com uma ultrassonografia e a tela com a imagem de um urubu; o cantor chamou a situação de racismo recreativo.
- Netinho afirmou que o neto ficou muito triste e desmotivado, reforçando que o caso foi tornado público por sua atuação em pautas raciais e sociais.
Netinho de Paula denunciou, pelas redes sociais, um caso de racismo envolvendo seu neto, Arthur Signoreti, 16 anos, ocorrido em uma escola de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O episódio foi relatado como uma agressão verbal em ambiente escolar, com desdobramentos emocionais para o jovem.
Segundo o cantor, a vítima recebeu uma postagem de uma colega pela rede social da instituição, contendo frases ofensivas ligadas à cor da pele e à identidade do neto. A mensagem ainda trazia uma imagem debochada associando ultrassom a uma figura pejorativa. O tom seria de humilhação pública.
Netinho afirmou que o episódio deixou Arthur profundamente triste e desmotivado, detalhando o impacto emocional sobre o neto e a família. O caso ganhou destaque pela posição pública do artista, conhecido por atuar em pautas raciais e sociais.
Detalhes do caso
A escola mencionada fica no complexo Alphaville Tamboré, em Santana de Parnaíba. A instituição não informou, até o momento, posição oficial sobre o ocorrido nem medidas adotadas contra a situação relatada pelo avô do aluno.
Autoridades ou responsáveis pela educação no município não foram citados no relato público feito pelo cantor. As informações indicam que a família buscará apurar responsabilidades e registrar ocorrência, se necessário, para garantir a integridade do estudante.
O episódio reacende o debate sobre racismo recreativo nas redes e ambientes escolares. Netinho pediu que a situação seja tratada com seriedade e que medidas pedagógicas sejam adotadas para evitar novas ocorrências.
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