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Renault Kwid muda de plataforma para ganhar novos motores e GNV de fábrica

Kwid passa a plataforma RGEP na Índia, ganhando espaço no porta-malas com GNV nativo e baterias otimizadas na versão elétrica

o Kwid E-Tech tem autonomia de 298 km em ciclo urbano e 265 km no misto, segundo o Inmetro
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  • A Renault lançará a Renault Group Entry Platform (RGEP), nova base que substitui a CMF-A no Kwid vendido na Índia, com foco em espaço no porta-malas e opções de motorização, incluindo GNV de fábrica.
  • O Kwid, a versão elétrica E-Tech e variantes híbridas passarão pela nova arquitetura, ganhando espaço dedicado para o GNV e mantendo o porta-malas.
  • A RGEP também permitirá baterias maiores no Kwid E-Tech sem comprometer o compartimento de bagagem, além de atualizar os motores a gasolina para atender normas de emissões e oferecer transmissões automatizadas e CVT.
  • Além do Kwid, a RGEP será adotada por Kiger e Triber, com melhorias estruturais e eletrônicas, incluindo quadro de instrumentos digital e central multimídia.
  • Paralelamente, a Renault desenvolve a Renault Group Modular Platform (RGMP) para modelos maiores dos segmentos B e C, com o Duster indiano como primeiro modelo sob a nova arquitetura, dentro do plano futuREady de sete lançamentos até 2030.

A Renault começará a lançar a próxima geração do Kwid com uma nova plataforma, a Renault Group Entry Platform RGEP, que substituirá a atual CMF-A. A atualização chegará primeiro na Índia, onde a fabricante já apresentou a RGEP.

A mudança deve trazer melhorias no espaço interno, incluindo para o porta-malas. A RGEP permitirá a instalação nativa de GNV sem comprometer o espaço de bagagem, diferente do que ocorre hoje com os cilindros no porta-malas do Kwid atual.

Além do Kwid, a nova arquitetura afetará outros modelos do mercado indiano, como o Kiger e o Triber. A plataforma também acomodará a próxima geração do Kwid E-Tech, com foco na organização da bateria para não ocupar o porta-malas.

Nova base, novas opções de motor e eletrificação

A RGEP vai ampliar as opções de motorização a gasolina, indo além do 1.0 aspirado e buscando atender às novas normas de emissões. Também há previsão de compatibilidade com transmissões automatizadas e CVT.

A Renault também trabalha em uma plataforma maior, a RGMP, destinada a modelos dos segmentos B e C. O Duster indiano será o primeiro veículo a utilizá-la, dentro do plano futuREady.

A dupla de plataformas estreou na Índia como parte do plano de lançar sete modelos com novas tecnologias até 2030. O objetivo é modernizar a linha de carros compactos e maiores, com foco em eficiência e espaço.

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