- Adamastor Marques, conhecido como guardião da língua portuguesa, atuou por décadas como revisor nos jornais do Paraná, incluindo O Estado do Paraná e Gazeta do Povo.
- Fincou a paciência na revisão de textos, ensinando com sorriso e caneta Bic, e era valorizado por jornalistas iniciantes e chefes.
- Além de jornais, revisou 42 obras literárias, oferecendo análise jornalística, cultural, histórica e literária sem pretender ser dono da verdade.
- Nasceu em Arapongas, formou-se em comunicação social pela Universidade Federal do Paraná em 1975 e, em 2010, concluiu another formação em gestão da informação.
- Morreu em 18 de maio, aos 79 anos, de leucemia mieloide aguda, deixando esposa, três irmãs, dois filhos e seis netos.
Adamastor Marques, destacado revisor de imprensa paranaense, faleceu no dia 18 de maio, aos 79 anos, vítima de leucemia mieloide aguda. O falecimento ocorreu no Paraná, encerrando uma trajetória de décadas dedicada à revisão de textos em veículos locais.
A vida profissional de Marques ficou marcada pela busca pela precisão: ele não deixava passar uma vírgula e orientava equipes, ensinando a riqueza da língua portuguesa. Sua participação se estendia a jornais e a obras de autores com atuação no estado.
Trajetória e legado
Formado em comunicação social pela UFPR em 1975, Marques atuou em veículos como O Estado do Paraná e Gazeta do Povo. Na sua rotina de trabalho, revisava reportagens, colunas e livros, com uma visão que unia técnica e leitura crítica. Ao longo dos anos, orientou jovens repórteres e chefias, segundo colegas.
Formação e família
Nascido em Arapongas, teve sete irmãos e enfrentou a separação dos pais na infância. Tornou-se referência na aplicação rigorosa da norma linguística; seus filhos acompanhamam a carreira dele desde a redacção. Era casado com Vera Lúcia Haisi desde 1981 e deixará esposa, três irmãs, dois filhos e seis netos.
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