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Preocupação com queimaduras infantis por fogos de artifício aumenta

Queimaduras por fogos de artifício em crianças sobem; 2025 registra mais de 1.200 casos entre menores de 12 anos, alta de 15%

Reprodução canal do Youtube Jornal da Record
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  • Em 2025, foram registrados mais de 1.200 casos de queimaduras em crianças menores de 12 anos relacionadas a fogos de artifício, aumento de 15% em relação ao ano anterior.
  • Especialistas apontam que os acidentes ocorrem principalmente por uso indevido, manipulação incorreta e falta de supervisão de adultos.
  • Pais e responsáveis devem orientar as crianças a não brincarem com fogos; em festas, o uso deve ser feito por profissionais treinados e em locais seguros.
  • Corpo de Bombeiros e Defesa Civil destacam manter fogos longe de crianças e evitar fogos caseiros; procure atendimento médico imediato em caso de acidente.
  • A campanha lembra que o uso de fogos é proibido em muitas cidades; venda ou uso irregular pode resultar em multas e detenção; é preciso respeitar as leis locais.

A preocupação com queimaduras provocadas por fogos de artifício em crianças aumenta a cada ano, especialmente durante festas juninas e São João. Dados do Ministério da Saúde indicam que esses incidentes representam uma parte relevante dos acidentes com crianças nesse período.

Em 2025, foram registrados mais de 1.200 casos de queimaduras em crianças com menos de 12 anos relacionados ao uso de fogos de artifício, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. Crianças e adolescentes são os grupos mais vulneráveis, devido à falta de orientação.

Especialistas destacam que o principal fator de risco é o uso indevido ou a manipulação inadequada, aliado à ausência de supervisão de adultos. A pediatra Ana Paula Silva lembra que a maturidade das crianças não é suficiente para lidar com esses materiais.

Medidas de prevenção

Para reduzir acidentes, pais devem orientar as crianças a não utilizarem fogos de artifício e, se houver festas, a prática deve ocorrer apenas com profissionais treinados em locais seguros. Autoridades devem intensificar campanhas educativas e fiscalização.

O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil reforçam a necessidade de manter fogos longe de crianças e evitar fogos caseiros. Em caso de acidente, a orientação é buscar atendimento médico imediatamente.

A campanha ressalta que o uso de fogos é proibido em muitas cidades; venda ou uso irregular pode resultar em multas e detenção. A prevenção é apontada como o caminho para festas seguras.

  • Não brincar com fogos de artifício, sobretudo crianças.
  • Supervisão de adultos durante festas.
  • Utilizar fogos de profissionais treinados.
  • Manter fogos fora do alcance de crianças.
  • Evitar fogos caseiros.
  • Procurar atendimento médico imediato em acidentes.
  • Respeitar leis municipais e estaduais sobre fogos não autorizados.

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