- O homem que morreu na recepção da UPA do Recanto das Emas, no último sábado, 20 de junho, não aguardava atendimento médico.
- Vilmar Pereira da Silva, 49 anos, era conhecido pela equipe da unidade e vivia em situação de vulnerabilidade social; segundo a PCDF, ele costumava buscar abrigo, água e banheiro na unidade.
- Em entrevista ao CB.Poder, a presidente do Iges-DF, Eliane Abreu, afirmou que Vilmar foi à unidade em busca de abrigo e água, e não para ser atendido.
- A gestão informou que, ao chegar, o paciente passou por entrevista para identificar a demanda e foi oferecida água, ficando próximo ao local onde as pessoas aguardam atendimento.
- A Controladoria Interna do Iges-DF abriu um processo administrativo para apurar desde a chegada de Vilmar até o óbito, com ouvir de todos os envolvidos; o resultado será divulgado à população.
Eliane Abreu, presidente do Iges-DF, afirmou que o homem que morreu na recepção da UPA do Recanto das Emas no último sábado não aguardava atendimento médico. Em entrevista ao CB.Poder, a gestora informou que Vilmar Pereira da Silva, de 49 anos, buscava abrigo e água no local.
A vítima foi declarada morta enquanto estava sentado em uma cadeira de rodas na área de atendimento. Segundo a Polícia Civil do DF, Vilmar vivia em situação de vulnerabilidade social e costumava frequentar a unidade em busca de abrigo, água e banheiro. A equipe da UPA o conhecia.
De acordo com a versão apresentada por Eliane Abreu, a triagem na recepção ocorre para identificar a demanda do visitante. Ela destacou que Vilmar informou buscar abrigo e água, e que a equipe o acomodou próximo às áreas de espera.
Ainda segundo a gestora, a Controladoria Interna do Iges-DF abriu um processo administrativo para apurar o ocorrido. Serão ouvidos envolvidos desde a chegada de Vilmar até o óbito, com a divulgação de um retorno técnico ao fim da sindicância.
A apuração continua sob a supervisão da controladoria, com a expectativa de esclarecer as circunstâncias que levaram à morte e à presença de uma pessoa em situação de vulnerabilidade na unidade de pronto atendimento.
Acompanhe os desdobramentos do caso após a conclusão da sindicância, quando o Iges-DF divulgará os resultados técnicos da investigação.
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